domingo, 1 de julho de 2012
Objetivo alcançado
O Inter,antes de sair para jogar duas partidas fora de casa, contra Sport e Bahia, colocou como meta obter 4 pontos. Nesse sentido, o objetivo foi alcançado, pois, após vencer o Sport por 2 x 0, no domingo anterior, empatou, hoje, em 1 x 1 com o Bahia. No entanto, é óbvio que um clube com as pretensões do Inter, cujo time é apontado como um dos principais candidatos ao título do Campeonato Brasileiro, não pode se contentar com tão pouco. Os dois times que o Inter enfrentou em sequência são fracos, e lutam, apenas, para evitar o rebaixamento. A obrigação do Inter, portanto, era ganhar os dois jogos. O Inter segue fora da zona de classificação para a Libertadores. Isso acontece porque, em sete rodadas, embora só tenha perdido um jogo, já empatou três. Como se sabe, em competições de pontos corridos os empates não são um bom resultado. O Inter segue sem entusiasmar. Tem jogadores de grande qualidade, como D'Alessandro e Oscar, mas eles não tem feito a diferença. A julgar pelo que se viu até aqui, as perspectivas do Inter de ganhar o Brasileirão, única competição que lhe restou em 2012, não são das melhores.
sábado, 30 de junho de 2012
Legislação trabalhista
A direita brasileira e os seus porta-vozes na imprensa não se cansam de pregar a necessidade de uma reforma na legislação trabalhista para torná-la mais "moderna" e adequada aos tempos atuais. Por trás desse discurso está, na verdade, a intenção de suprimir conquistas históricas da classe trabalhadora. Antes presente apenas em artigos e matérias de jornais e revistas, a cantilena reformista, agora, chegou à publicidade. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) publica um anúncio em veículos impressos que expressa a urgência de se modificar a legislação trabalhista brasileira. Conforme o texto do anúncio, o Brasil tem uma legislação trabalhista que já deveria ter se aposentado. Mais adiante, surge a colocação de que só há duas alternativas: "ou fazemos alguma coisa agora, ou fazemos alguma coisa já". Os argumentos utilizados para a "modernização" das leis trabalhistas são os mesmos velhos e surrados de sempre, ou seja, de que isso favorece o trabalhador e as empresas, que os empregadores que tem menos dificuldades para contratar podem fazê-lo bem mais, e o de que obrigações legais menos onerosas estimulam o pagamento de maiores salários. Conto da carochinha! Não é nada disso. O que desejam os industriais e demais membros do empresariado brasileiro é uma legislação que facilite o processo demissional, o que favorece o rodízio de mão-de-obra, que, por sua vez, leva ao aviltamento dos salários. Assim, fica aberto o caminho para que as empresas obtenham lucros cada vez maiores, enquanto os trabalhadores são depauperados. A legislação trabalhista brasileira não pode ser desfigurada. Pelo contrário, é preciso que se ampliem as garantias e conquistas dos trabalhadores. O falso viés modernizante das propostas reformistas encobre a intenção dos empresários e de seus apoiadores de fazer o mundo do trabalho retroceder a um estágio medieval. Não vão conseguir o que pretendem. Os tempos são outros. A história não anda para trás.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Estatuto desrespeitado
A pedido de procuradores do Ministério Público, o Inter teve o seu estádio, o Beira-Rio, que se encontra em obras, interditado para a realização de jogos e espetáculos. Essa medida, responsável e indispensável para a defesa da integridade dos espectadores, foi tomada até com atraso, mas, por incrível que pareça, deflagrou reações absurdas. A imprensa esportiva do Rio Grande do Sul, em vez de saudar a profilática providência, carregou-lhe de críticas, insinuando que os procuradores seriam gremistas, e, portanto, estariam tentando desfavorecer o Inter! Ora, o Beira-Rio é o único estádio que foi relacionado para a Copa do Mundo de 2014 que não paralisou a realização de partidas. Em todos os outros estádios da Copa, o início das obras levou á suspensão dos jogos. Por que só o Beira-Rio seria exceção, pondo em risco as pessoas que o frequentam? O Inter alega prejuízos financeiros e esportivos caso não possa jogar em seu estádio, mas, como muito bem argumentou o procurador Fábio Sbardelotto, tais razões não tem de ser levadas em conta pelo Ministério Público. O festival de sandices prosseguiu com o técnico do Inter, Dorival Júnior, pronunciando-se a respeito do fato, dizendo que tinha convicção de que a medida seria revertida, e apelando para que não tirassem do seu clube o direito de ser campeão brasileiro. Uma declaração em tudo disparatada e inadequada, quanto mais não seja, por que não cabe a um técnico imiscuir-se em assuntos que só dizem respeito aos dirigentes. Afora isso, suas colocações mais parecem uma desculpa prévia para o caso de um fracasso de seu time em campo. O ponto culminante dessa ópera bufa foi dado pela CBF, a instituição que comanda o futebol brasileiro. Desrespeitando o que estabelece o Estatuto do Torcedor, a CBF dilatou, por duas vezes, o prazo de confirmação do local da partida do Inter contra o Cruzeiro, marcada para o dia 7 de julho, permitindo, assim, um tempo maior para que o clube gaúcho busque revogar a decisão judicial que impede jogos no Beira-Rio. Um favorecimento inexplicável. Historicamente, o Inter sempre foi muito bom em ações nos bastidores. Isso se comprovou mais uma vez. Se, contudo, sua força chegar ao ponto de obter a revogação da pertinente medida que suspende os jogos no Beira-Rio, estaremos diante de um absurdo jurídico e da prevalência de interesses particulares sobre os da cidadania.
A inesperada venda de Victor
O meio esportivo foi surpreendido, hoje, com o anúncio da venda do goleiro Victor, do Grêmio, para o Atlético Mineiro. No negócio, o zagueiro Werley, que estava emprestado ao Grêmio, foi cedido em definitivo pelo Atlético Mineiro. A notícia pegou os torcedores do Grêmio de surpresa, já que Victor era titular absoluto do time, mas os detalhes revelados pelo presidente do clube, Paulo Odone, ajudam a entender as razões da venda do jogador. Victor forçou sua saída junto ao Grêmio, argumentando que já está com 30 anos, que o salário oferecido é bem maior do que aquele que recebe atualmente, e que o prazo de contrato com o Atlético Mineiro será de cinco anos, fatores que lhe darão tranquilidade na carreira. Superado o impacto inicial, a verdade é que, tecnicamente, o Grêmio não tem muito a lamentar. Depois de um primeiro ano brilhante, em 2008, Victor alternou bons e maus momentos, principalmente após não ter sido convocado para a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 2010, o que lhe deixou deprimido. Seu substituto, Marcelo Grohe, já deu mostras de competência, e muitos torcedores já desejavam vê-lo como titular do Grêmio. Grohe, inclusive, foi injustiçado pelo ex-técnico do Grêmio, Renato, que, após o primeiro Gre-Nal pela decisão do Campeonato Gaúcho de 2011, no Beira-Rio, vencido pelo time gremista por 3 x 2, retirou-o do time para promover a volta de Victor, que ficara três semanas afastado por lesão. Marcelo Grohe vivia grande fase, e a troca se mostrou desastrosa, pois Victor falhou no segundo Gre-Nal, no Olímpico, e foi um dos responsáveis pela perda de um título que já estava encaminhado para o Grêmio. Com Marcelo Grohe, portanto, o Grêmio estará bem servido de goleiro. Para Victor, resta desejar que tenha boa sorte em seu novo clube.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Tabu surpreendente
A Itália classificou-se, hoje, para a decisão da Eurocopa de 2012. Assim, no domingo, jogará contra a Espanha na busca do título da competição. Mantendo a tradição desde que a competição foi criada, em 1960, será mais uma decisão inédita, ou seja, até agora jamais houve repetição dos finalistas de uma Eurocopa. O interessante na classificação da Itália é que ela confirmou tendências e tabus que cercam suas participações em torneios internacionais. A Itália costuma ter desempenhos medíocres nas fases iniciais, melhorando seu rendimento no decorrer das competições. Foi assim, por exemplo, na Copa do Mundo de 1982, quando, após empatar seus três jogos na primeira fase, eliminou a favorita Seleção Brasileira e acabou conquistando o título. Pois, agora, isso se repetiu. A Itália ainda não havia ganho nenhum jogo na Eurocopa. A Alemanha tinha ganho todas as suas partidas. No enfrentamento entre as duas equipes, a Itália venceu por 2 x 1, solidificando um intrigante tabu. Por incrível que possa parecer em se tratando de seleções tão poderosas, a Itália jamais perdeu para a Alemanha em jogos oficiais. Isso mesmo, a Alemanha é "freguesa" da Itália. O resultado de hoje vem se somar aos de outros importantes jogos entre as duas equipes, sempre com vitórias da Itália. Nas semifinais da Copa do Mundo de 1970, a Itália venceu por 4 x 3, na prorrogação, num jogo emocionante. Na Copa de 1982, decidiram a competição, e a Itália foi a campeã, ganhando por 3 x 1. Na Copa de 2006, realizada na Alemanha, enfrentaram-se nas semifinais, e a Itália venceu por 2 x 0, sendo, posteriormente, campeã. Como se vê, e a trajetória das duas seleções na atual edição da Eurocopa reafirma, a Itália parece crescer diante da Alemanha que, ao contrário, dá mostras de sentir-se intimidada nas partidas entre as duas. Dessa forma, o tabu prossegue, e uma das duas favoritas para o título da Eurocopa foi eliminada. A outra favorita, a Espanha, está na decisão, mas, com o futebol pouco empolgante que vem jogando, e diante de uma Itália que obtém suas conquistas correndo por fora, o título está em aberto. Tudo pode acontecer. Resta esperar para ver, e desejar que Espanha e Itália proporcionem um espetáculo de bom futebol e muita emoção.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Título encaminhado
Nada está decidido, é verdade, mas já é possível dizer que o título da Libertadores está encaminhado para o Corinthians. O time brasileiro não se intimidou com a Bombonera, sofreu um gol mas soube reagir, e colocou em campo, no segundo tempo, um jogador com a marca de uma estrela ascendente. Romarinho, vindo do Bragantino, foi o autor dos dois golaços que, no domingo, deram ao Corinthians a sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro e, como se não bastasse, de virada sobre o seu maior rival, o Palmeiras. Pois, hoje, Romarinho entrou em campo e, no seu primeiro toque na bola fez o gol de empate para o Corinthians e arrefeceu o ânimo do Boca Juniors. Tendo passado sem derrota pela temível Bombonera, o Corinthians tem tudo para, no Pacaembu, impor-se ao adversário e conquistar o título da Libertadores. Uma conquista que, caso se confirme, será meritória, pois terá sido obtida de forma invicta. A campanha do Corinthians até aqui, é ótima. Marcou 20 gols e sofreu apenas quatro. Ainda que se saiba que o Boca joga fora de casa com a mesma naturalidade de quando está em seu estádio, o resultado da partida de hoje, somado ao fato de que o time do Corinthians é superior em qualidade, estão a indicar que a taça deverá ficar no Brasil.
Uma classificação sem brilho
A Espanha é a primeira finalista da Eurocopa de 2012. Prossegue, assim, com seu magnífico desempenho nos últimos anos, pois é a atual detentora do título da competição e também da Copa do Mundo. Um avanço notável para uma equipe que era conhecida por sempre "morrer na praia". Se os resultados são bons, o futebol mostrado pela Espanha, contudo, está longe de empolgar, e seu estilo de jogo, de trocas de passes que parecem intermináveis, começa a se tornar chato para o espectador. A Espanha chuta pouco ao gol, e assim, seus escores costumam ser minguados. Hoje, jogando contra Portugal, não passou de um 0 x 0, no tempo normal e na prorrogação, obtendo a classificação, apenas, na cobrança de tiros livres da marca do pênalti. Como vem alcançando êxito com essa forma de jogar, a Espanha, por certo, não irá abandoná-la tão cedo. A partida de hoje, todavia, mostrou que os adversários já sabem como enfrentar a equipe espanhola. Faltou a Portugal, somente, uma maior ambição ofensiva para que conseguisse derrotar a Espanha. Na decisão de domingo, seja contra a Alemanha ou contra a Itália, a Espanha terá de jogar muito mais do que contra Portugal se quiser manter sua hegemonia continental. Seu futebol ainda é eficiente, mas carece de brilho.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Gilberto Gil chega aos 70
Mais um grande nome da música alcança a marca dos 70 anos. Hoje, Gilberto Gil ingressa no grupo dos setentões. Cantor e compositor dos mais inspirados e criativos, Gil é um dos muitos talentos da música brasileira surgidos nos prodigiosos anos 60, década que revelou, entre outros, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Chico Buarque de Hollanda, Caetano Veloso, Mílton Nascimento, Os Mutantes. Na sua longa carreira, Gilberto Gil compôs, só ou em parceria, vários clássicos. Sua versatilidade lhe permite passear por diversos gêneros, desde a música mais intimista até os ritmos mais dançantes. Algumas de suas composições tornaram-se atemporais, ainda que certa vez ele tenha declarado que não se preocupava com a perenidade de suas criações. A música "Aquele Abraço", por exemplo, é uma espécie de hino não oficial da cidade do Rio de Janeiro. Não há quem nunca tenha ouvido a famosa letra que principia por "O Rio de Janeiro continua lindo, o Rio de Janeiro continua sendo..." Gil não limitou-se a brilhar na música, e, por alguns anos, foi ministro da Cultura, no governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, com bom desempenho. Afora tudo isso, Gilberto Gil é, também, um artista afável e acessível, de grande carisma e simpatia, qualidades nem sempre presentes no meio onde atua. Ele merece, portanto, os mais efusivos cumprimentos pela data de hoje. Nada melhor, então, para saudá-lo, do que utilizar o título da sua célebre música. Aquele abraço, Gilberto Gil!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
A definição das chapas
No último final de semana, ocorreram, por todo o Brasil, convenções partidárias que definiram as chapas para as eleições majoritárias e nominatas para as proporcionais, no pleito de outubro próximo. Mais uma vez, acontecem as composições mais esdrúxulas, sem nenhuma coerência ideológica, e com cargos e espaços na futura administração sendo previamente loteados. A união do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva com o deputado federal Paulo Maluf, em prol do candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, gerou estupefação em todo o país, mas não é a única aliança estapafúrdia para as eleições de 2012. Em Porto Alegre, a composição das chapas dos candidatos a prefeito também apresenta combinações espantosas. O mais curioso é o critério de escolha do candidato a vice-prefeito. O cargo faz parte dos postos que são oferecidos para atrair o apoio de um partido para um determinado candidato. Isso é uma temeridade, pois, se no dia-a-dia da administração são figuras quase decorativas, os vice-prefeitos, em caso de renúncia ou falecimento do titular do cargo, assumem como prefeitos de forma definitiva. Nesse caso, se o vice for uma figura politicamente inexpressiva ou pertencer a um partido pouco relevante, a cidade é que sairá perdendo. Pois esse é o quadro que se apresenta em Porto Alegre. Na chapa do candidato a prefeito Adão Villaverde (PT), o vice é o coronel Arlindo Bonete (PR). Bonete é um nome sem expressão eleitoral, e seu partido, no plano federal, está envolto em várias acusações de corrupção e malfeitos. Caso Villaverde venha a ser eleito e, por essa ou aquela razão, não complete o seu mandato, como ficaria a cidade, vendo assumir um prefeito com uma trajetória política pouco relevante e pertencente a um partido com parca expressão no Estado? A situação da candidatura de Manoela D'Ávila (PC do B) não é diferente. Seu candidato a vice é o vereador Nelcir Tessaro (PSD). Trata-se de uma estranha composição entre uma sigla comunista e um partido, criado recentemente, que não assume uma definição ideológica. No caso de Tessaro e seu partido virem a assumir o comando da prefeitura, como se sentiria o eleitor? Pois é, aí está a questão. Ao fazerem suas coligações bizarras, os partidos levam em conta, apenas, os seus interesses. Troca-se apoio por cargos, realizam-se barganhas. Aquele que deveria ser a preocupação maior dos futuros mandatários, o cidadão, é deixado de lado. Depois de obtido o seu voto, o eleitor é esquecido. Mais tarde, contudo, se as exóticas alianças partidárias resultarem em administrações fracassadas, ele é que pagará a conta.
domingo, 24 de junho de 2012
Duas vitórias
A rodada do Campeonato Brasileiro, para a dupla Gre-Nal, nesse fim de semana, foi totalmente oposta à anterior. Há uma semana, no Beira-Rio, o Inter saiu ganhando, mas permitiu a virada do Botafogo, sendo inteiramente envolvido pelo adversário. O Grêmio, nos Aflitos, num jogo de péssima qualidade, perdeu sofrendo um gol aos 46 minutos do segundo tempo. Duas derrotas, portanto. Hoje, ambos ganharam seus jogos, e de maneira convincente. O Grêmio, no Olímpico, venceu o Flamengo por 2 x 0, com um gol em cada tempo de jogo. Ainda que Victor tenha feito algumas boas defesas, a vitória do Grêmio jamais esteve ameaçada. Os defeitos costumeiros do time, mesmo assim, apareceram. O Grêmio sente a falta de um articulador, o que dificulta a criação de jogadas. Seus atacantes chutam pouco ao gol. Pará, improvisado na lateral esquerda, é uma nulidade. Léo Gago não está à altura das necessidades do time. O importante, contudo, após a desclassificação na Copa do Brasil, era vencer, e isso foi alcançado. A vitória, combinada com resultados paralelos, permitiu ao Grêmio voltar para o 4° lugar, ou seja, retornar à zona de classificação para a Libertadores. O próximo jogo será, novamente, no Olímpico, contra o Atlético Mineiro. Se ganhar, o Grêmio ultrapassará o Atlético Mineiro, atualmente em 2º lugar, e, em caso de uma derrota do Cruzeiro, líder da competição, para o São Paulo, e se o Vasco, 3º colocado, não vencer a Ponte Preta, poderá assumir a primeira posição. O Inter também se saiu muito bem hoje. Jogando contra um adversário tecnicamente fraco, o Sport, na Ilha do Retiro, aproveitou a oportunidade e resolveu a partida no primeiro tempo, ganhando por 2 x 0. A vitória era necessária para abafar um princípio de crise após a derrota para o Botafogo, e para que o Inter demonstrasse que é capaz de ganhar jogos fora de casa, o que tem sido raro desde que Dorival Júnior assumiu como técnico do time. A próxima partida do Inter vai ser, mais uma vez, fora de casa, mas contra outro adversário fraco, o Bahia. Ótima chance para o Inter vencer, de novo, e avançar ainda mais na tabela. O Inter subiu quatro posições com a vitória sobre o Sport e está em 6º lugar, com um ponto a menos que o Grêmio e o Fluminense, que é o 5º colocado. Com as vitórias de hoje, Grêmio e Inter começam a consolidar boas campanhas, e a dar esperanças para suas torcidas de que podem lutar pelo título do Brasileirão.
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