sábado, 3 de janeiro de 2026

Ataque imperialista

Como acontece ciclicamente, os Estados Unidos invadiram um país soberano. O ataque imperialista da vez foi praticado, hoje, com a invasão da Venezuela e a prisão de seu presidente, Nicolás Maduro. Os motivos alegados para o ato ultrajante foram "conspirações" de Maduro e sua mulher, Cília Flores, que também foi detida, para o "narcoterrorismo", compra de cocaína e posse de metralhadoras. Na verdade, como já aconteceu no Iraque, quando seu presidente, Sadam Hussein, foi preso e assassinado pelo governo dos Estados Unidos, o único interesse americano é apropriar-se das reservas de petróleo. A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, 303 bilhões de barris. A estupidez e ausência de senso crítico farão com que muitas pessoas sustentem a narrativa de que os Estados Unidos livraram o povo venezuelano de um "tirano". Tomadas pelo discurso neoliberal de defesa da "liberdade", tentam naturalizar a violação da soberania de um país. Não há, absolutamente, nada que justifique a ação americana. O mundo não pode ficar a mercê dos desmandos de um país imperialista, os Estados Unidos e, o que é pior, governado por um psicopata como Donald Trump.