domingo, 13 de setembro de 2015
Limitações
O Grêmio perdeu por 2 x 1 para o São Paulo, hoje à tarde, na Arena, pelo Campeonato Brasileiro. Foi a primeira derrota do Grêmio jogando em casa no Brasileirão, e não poderia ter vindo em pior hora. A distância para o líder Corinthians e o segundo colocado Atlético Mineiro aumentou para nove e quatro pontos, respectivamente. Não há reparo a se fazer à vitória do São Paulo, que foi justa. O que o resultado demonstrou é que, por vezes, não é possível superar algumas limitações. A ausência de Geromel, por exemplo, não teve como ser compensada. Rafael Thyére teve uma atuação muito fraca, e, para piorar, o outro zagueiro, Erazo, também não esteve nada bem. Galhardo falhou nos dois gols do São Paulo. O coletivo, como um todo, não funcionou bem, o que ocasionou vários fracassos individuais. Giuliano e Douglas tiveram atuações modestíssimas, e Luan tornou a ser irritante com seus erros de passes e ausência de objetividade. O São Paulo soube neutralizar os principais jogadores do Grêmio e foi superior durante toda a partida. Afora o distanciamento em relação aos dois primeiros colocados, o Grêmio viu encurtar a diferença para os clubes que estão logo abaixo na tabela. O Flamengo e o próprio São Paulo ficaram apenas quatro pontos atrás do Grêmio. Para agravar ainda mais esse quadro, no meio de semana, enquanto o Flamengo enfrentará o Coritiba no Maracanã, e o São Paulo terá por oponente a Chapecoense, no Morumbi, partidas relativamente tranquilas, o Grêmio irá jogar com o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, e no sábado enfrentará o Palmeiras, no Allianz Parque. Como se vê, a derrota de hoje colocou o Grêmio num momento crítico dentro da competição. O técnico Róger Machado, de trabalho tão merecidamente elogiado até agora, passará pela sua prova de fogo. O título, que já estava difícil, ficou ainda mais distante, e a classificação para a Libertadores, que parecia garantida, já se vê ameaçada. Roger Machado e seus jogadores terão, a partir de agora, o desafio de confirmar todo o bom trabalho realizado até aqui, e não permitir uma reversão de expectativa.
sábado, 12 de setembro de 2015
Apito amigo
O Inter venceu o Coritiba por 1 x 0, hoje, no Antônio Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro. Foi um jogo de baixíssimo nível técnico, em que o Coritiba concluiu muito mais do que o Inter, mas saiu derrotado. O único gol do jogo, marcado por Vitinho, aconteceu aos 48 minutos do primeiro tempo, após uma terrível falha do sistema defensivo do Coritiba. Afora a imperícia dos jogadores do Coritiba nas conclusões ao gol, o "apito amigo" foi outro fator preponderante para o resultado. Como já é de costume ao longo de sua história, o Inter foi beneficiado por "erros" da arbitragem, que deixou de marcar dois pênaltis claros sobre Kléber Gladiador, um em cada tempo de jogo. Com duas vitórias em sequência, o Inter voltou para a primeira metade da tabela, e, agora se encontra em 9º lugar, o que, certamente, fará com que a "isenta" imprensa esportiva do Rio Grande do Sul projete a possibilidade de o clube ingressar na zona de classificação para a Libertadores. O futebol mostrado nos dois últimos jogos, no entanto, mesmo com a obtenção de vitórias, desautoriza tais devaneios.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Bom demais para ser verdade
A CBF pretende pedir autorização à Fifa para implantar a análise eletrônica de arbitragem, ou seja, a verificação, pelas imagens de vídeo, das marcações envolvendo lances capitais do jogo. Essa providência já era para ter sido tomada há anos. Chega a parecer bom demais para ser verdade. Não há justificativa para que se continue a conviver passivamente com tantos erros absurdos de arbitragem, que fraudam resultados de jogos e competições. Não faltam aqueles que colocam uma série de restrições à iniciativa, duvidando de sua operacionalidade, mas isso sempre ocorre diante de propostas revolucionárias. O primeiro passo está sendo dado, e, a partir dele, se poderá evoluir para a implantação da forma mais adequada possível desse recurso. Os ex-árbitros Arnaldo César Coelho, Renato Marsiglia e Leonardo Gaciba já se colocaram contra a ideia, citando uma série de pretensos problemas que a tornariam inviável. Essa postura não passa de uma reação corporativista, de quem deseja que os árbitros sejam plenipotenciários dentro de campo. O excesso de autonomia dos árbitros, no entanto, só interessa aos próprios, mas é um fator lesivo ao futebol. Particularmente, considero que não há nada mais ignóbil e aviltante no futebol do que os erros de arbitragem. A certeza da lisura quanto ao resultado é uma condição básica de qualquer competição. Com os modernos recursos de vídeo atualmente existentes, e com um grande número de câmeras utilizadas para a transmissão dos jogos, é injustificável que os lances capitais de uma partida não sejam submetidos à verificação eletrônica. Tomara que a ideia vá adiante, e que a Fifa, futuramente, venha a encampá-la, aplicando-a no mundo inteiro, o que tornaria o futebol um esporte com muito maior credibilidade quanto à correção dos seus resultados.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
A solução de sempre
O Brasil e o Rio Grande do Sul vivem um momento de crise econômica..Embora tenham governantes de partidos e linhas ideológicas diferentes, ambas as administrações apresentam a mesma velha e surrada "solução" para o problema, ou seja, o aumento de impostos. No caso do governo federal, essa medida contraria o receituário econômico do PT, partido da presidente Dilma Rousseff. Porém, na ânsia de "acalmar o mercado", a presidente nomeou Joaquim Levy para ministro da Fazenda. Levy é um neoliberal convicto, e, portanto, suas proposições para resolver crises econômicas seguem a heterodoxia da direita. No Rio Grande do Sul, não há qualquer conflito de teor programático. O governador José Ivo Sartori é, sabidamente, um adepto do neoliberalismo, e, entre seus planos está, também, o da realização das execráveis privatizações. Como é de amplo conhecimento, o Brasil tem uma das cargas tributárias mais elevadas do mundo. O brasileiro trabalha cinco meses do ano apenas para pagar impostos. O pior é que não há contrapartida para esses impostos escorchantes. Os serviços de saúde, segurança e educação, deveres dos governos, são, historicamente, de má qualidade. No caso específico do Rio Grande do Sul, a situação atual é revoltante. Como forma de coagir a Assembleia Legislativa a aprovar o seu abominável pacote de impostos, o governo resolveu promover o caos social. Os setores de saúde, educação e segurança foram deliberadamente sucateados, gerando o desespero na sociedade, na tentativa de forçar a aceitação de novos impostos para resolver o problema. No governo federal, o já referido ministro da Fazenda acenou com a possibilidade de aumentar as alíquotas do Imposto de Renda. Como se vê, a solução proposta pelos governos para a crise econômica é a mesma de sempre, isto é, avançar no bolso da já combalida classe média. Por que ninguém se propõe a combater a sonegação fiscal por parte de grandes empresas? Por que não se aprova a taxação das grandes fortunas e o imposto sobre heranças? A razão parece clara. Os governos não podem contrariar os interesses dos poderosos que lhes servem de financiadores de campanhas. Assim, cada vez que a crise se apresenta, a população é chamada a bancar uma conta que não fez. Paga com o seu empobrecimento por crises pelas quais não tem responsabilidade.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Grande jogo
O Grêmio empatou em 1 x 1 com o Corinthians, hoje á noite, no Itaquerão, pelo Campeonato Brasileiro. Foi um grande jogo, que correspondeu à expectativa que se tinha sobre ele. Mesmo desfalcados de vários titulares, os dois times fizeram um jogo de grande intensidade e muita aplicação tática. Durante a partida, novas perdas ocorreram. Geromel, do Grêmio, e Guilherme Arana, do Corinthians, tiveram de sair de campo, por lesão, ainda no primeiro tempo. No caso de Geromel, quem entrou para substitui-lo foi Rafael Thyére, um garoto, que fez apenas sua segunda aparição no Brasileirão. Mesmo diante da imensa responsabilidade de entrar em meio a um jogo tão importante e tenso, ele não tremeu. Mais uma vez, o Grêmio teve uma grande atuação coletiva, que favoreceu a que alguns jogadores se destacassem individualmente. Bobô comprovou, novamente, o acerto de sua contratação, fazendo o gol do Grêmio e movimentando-se bem. Galhardo voltou a fazer uma partida de boa qualidade. Pedro Rocha foi um atacante perigoso, e teve duas boas chances para marcar gols. Marcelo Oliveira, depois de algumas más atuações, tornou a ter um bom desempenho, e deu o passe para o gol de Bobô. Os destaques negativos foram Bressan, um zagueiro atabalhoado e inseguro, e o goleiro Tiago, que, de novo, falhou numa saída de gol, o que resultou no empate do adversário. Analisando-se o jogo como um todo, o Grêmio foi melhor a maior parte do tempo. Mereceria vencer, mas o resultado não chegou a ser injusto. No gol do Corinthians, a dupla de zaga, e o goleiro Tiago falharam, e, com isso, o Grêmio manteve por muito pouco tempo a sua vitória parcial. Ganhar seria muito importante para o Grêmio, para que pudesse encurtar sua diferença de seis pontos a menos em relação ao Corinthians. Com o empate, ela se manteve. Porém, pior seria a derrota, que praticamente retiraria do Grêmio a chance de ser campeão. O título continua em aberto, nada está decidido.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
O baixo nível da oposição
Num regime democrático, uma oposição de alto nível é quase tão importante quanto um bom governo. Uma oposição séria e vigilante é a garantia de que o governo será devidamente cobrado para que cumpra adequadamente com os seus deveres. No Brasil, lamentavelmente, a atual oposição é de baixo nível. As forças que se opõem ao governo não tem propostas para o país. Sua preocupação maior parece ser a de encontrar meios para determinar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Articulações nesse sentido continuam sendo feitas no Congresso Nacional. Eminentes juristas, e até vozes menos raivosas da direita, já declararam que não há elementos que sustentem essa pretensão, mas isso não tem impedido que a ideia continue sendo acalentada por parlamentares. O pior de tudo é que, caso a intenção de derrubar a presidente se concretizasse, o Brasil não teria nenhuma melhora, pois a oposição, como já ocorre há muitos anos, não tem um projeto para o país. Seu propósito é meramente revanchista, por não ter assimilado uma derrota sofrida nas urnas. Como até mesmo o ultraconservador Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda do governo Sarney, reconheceu, as instituições brasileiras estão sólidas, a crise do Brasil é política, não estrutural, e não há, portanto, razão para o impeachment. Em vez de fomentar o ódio e estimular o golpismo, a oposição deveria buscar as causas de estar há tanto tempo fora do poder, e apresentar um candidato a presidente capaz de obter a preferência dos eleitores, tarefa na qual falhou nos quatro últimos pleitos. A superação de uma crise se dá com a colaboração de todas as forças políticas, tendo em vista os interesses maiores do país. Ao agir voltada apenas para ações mesquinhas e eleitoreiras, a oposição demonstra que continua tão desqualificada quanto antes, e que não constitui uma alternativa para o eleitorado.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
A polícia que mais mata no mundo
Conforme levantamento da Anistia Internacional, a polícia brasileira é a que mais mata no mundo. Dentre as vítimas dessa ação arbitrária, 80%´são pessoas negras, e predominantemente jovens. O mais espantoso é que esse padrão de comportamento policial é partilhado pelos Estados Unidos, tido por tantos como um referencial de país civilizado. Lá como aqui, a polícia abusa da violência, e o seu alvo principal, da mesma forma, são os negros. Na semana passada, em Porto Alegre, um caso deixou bem evidente esse tipo de situação. Um jovem de 18 anos foi morto a tiros pela Brigada Militar, no Morro de Santa Tereza, sob a alegação de que resistira à abordagem. Os moradores da região revoltaram-se, pois garantiram que o jovem foi morto pelas costas e não estava armado. Como represália à ação policial, dois ônibus e um lotação foram incendiados. Não faltou quem, na imprensa, tomasse a defesa dos policiais, e tratasse de vilipendiar a vítima. Mais tarde, provou-se que o jovem foi mesmo assassinado pelas costas. Muitos apoiam esse tipo de ação, pois acham que ela protege a sociedade de bandidos, mas, na verdade, isso nada mais é do que a apologia da barbárie. Nem vem ao caso saber se o jovem abatido pelos policiais era de uma conduta exemplar ou não. Crimes e delitos de qualquer natureza devem implicar em julgamentos, não em execuções. A escolha de negros e pobres como alvo preferencial da ação policial é uma iniquidade intolerável, que exibe de modo flagrante o quanto o Brasil é um país preconceituoso e racista. Não faltará quem se volte contra a Anistia Internacional, uma instituição notável, por não concordar com a defesa que ela faz dos direitos humanos. Para quem pensa assim, é preciso proteger as "pessoas de bem" da ação dos bandidos. Na verdade, com uma polícia tão violenta e assassina, a sociedade é que precisa se proteger dela.
domingo, 6 de setembro de 2015
Sofrimento
O Grêmio venceu o Goiás por 2 x 1, de virada, hoje à tarde, na Arena, pelo Campeonato Brasileiro. Foi uma vitória marcada pelo sofrimento. O pênalti desperdiçado por Douglas aos 34 minutos do primeiro tempo, transformou o que deveria ser uma vitória tranquila num drama. Logo depois da cobrança desperdiçada, o Goiás, com um jogador a menos, pois Felipe Macedo fora expulso ao cometer o pênalti, abriu o placar, em mais uma das saídas de gol desastradas de Tiago. O primeiro tempo terminou com a derrota parcial do Grêmio. A virada viria no segundo tempo, mas ao custo de muito esforço. Douglas fez o gol de empate, redimindo-se, em parte do seu erro. O gol da vitória só viria aos 37 minutos, marcado por Éverton, que só jogou porque Fernandinho está machucado e Pedro Rocha cumpria suspensão. Não foi uma grande atuação do Grêmio, mas sobrou atitude ao time na busca da vitória. O resultado positivo, no entanto, não deve servir para encobrir alguns equívocos do técnico Róger Machado. Douglas é, há muito tempo, o batedor oficial de pênaltis do Grêmio, mas já havia errado três cobranças em 2015, motivo mais do que suficiente para que Róger Machado desse para outro jogador essa atribuição. Outra falha de Róger Machado é a insistência com o goleiro Tiago, que sai muito mal do gol. Contra o Sport, e no jogo de hoje, o Grêmio sofreu gols por culpa de saídas atabalhoadas de Tiago. Convicção não é sinônimo de teimosia. Está na hora de Róger Machado revisar algumas de suas escolhas. Elas podem custar pontos preciosos para o Grêmio. Porém, agora, o que importa é o jogo contra o Corinthians, no Itaquerão, na quarta-feira. Se vencer, o Grêmio aumentará muito as suas chances de ser campeão, e dará uma nova emoção ao Brasileirão. A tarefa é extremamente difícil, mas não é impossível, como já ficou provado na vitória por 2 x 0 sobre o Atlético Mineiro, em pleno Mineirão.
sábado, 5 de setembro de 2015
Rotina
O Inter perdeu por 2 x 0 para o São Paulo, hoje à noite, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro. Com isso, prossegue em sua rotina de insucessos nos jogos fora de casa. Até agora, no Brasileirão, o Inter só venceu uma partida como visitante, contra o Joinville, quando seu técnico ainda era Diego Aguirre. O mais preocupante é que, no jogo de hoje, mesmo enfrentando um São Paulo desfalcadíssimo, o Inter foi uma presa fácil. No primeiro tempo, o Inter ainda conseguiu ter algumas chances de gol, mesmo que o São Paulo já tivesse sido superior. Porém, ao sofrer um gol no início do segundo tempo, o Inter não mostrou nenhum poder de reação, e foi inteiramente batido em campo, permitindo que o São Paulo ampliasse o placar para 2 x 0. Poucos jogadores se salvaram no Inter. A rigor, só Valdívia apresentou um futebol de muita aplicação e com algum acerto técnico. Muriel, mais uma vez, demonstrou que é um goleiro muito inferior ao seu irmão, Alisson. O chute que resultou no segundo gol, marcado por Michel Bastos, era defensável. Géferson, a cada jogo, deixa todos intrigados sobre os motivos que levaram o técnico Dunga a convocá-lo para a Seleção Brasileira. Eduardo Sasha foi apenas discreto, D'Alessandro dá a impressão de estar se encaminhando para ser um ex-jogador. Lisandro López, que havia marcado dois gols contra o Vasco, voltou a jogar mal. Por mais que muitos se esforcem em afirmar o contrário, o Inter é um turista na competição. Não tem chances de entrar na zona de classificação para a Libertadores, e seu risco de rebaixamento é pequeno. Resta-lhe, apenas, concentrar suas forças na Copa do Brasil, como última chance de terminar bem o ano.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Arbitragens desastrosas
A arbitragem dos jogos do Campeonato Brasileiro esteve entre os assuntos mais comentados da semana em todo o país. Não poderia ser diferente. As arbitragens da rodada do meio de semana foram, em grande parte dos jogos, desastrosas. Os erros cometidos nas partidas Corinthians x Fluminense, Goiás x Palmeiras, e Ponte Preta x Cruzeiro, influíram diretamente no resultado. Fluminense e Palmeiras tiveram gols injustamente anulados. A Ponte Preta teve um gol mal anulado e um pênalti não marcado. O maior beneficiário dos erros de arbitragem tem sido o Corinthians, que, em função disso, já abriu sete pontos de vantagem na liderança. Afora isso, o Corinthians ainda não teve nenhum pênalti marcado contra si. Por outro lado, o Atlético Mineiro, o mais próximo perseguidor do Corinthians na classificação, tem sofrido com constantes erros de arbitragem. Essa situação gera um desequilíbrio na disputa que faz com que muitos entendam que as cartas estão marcadas para que o Corinthians seja o campeão. Seja isso verdadeiro ou não, e independentemente do que ainda venha a acontecer, o técnico do Atlético Mineiro, Levir Culpi, tem razão quando diz que o Brasileirão de 2015 já está manchado pela arbitragem. Mais do que nunca, fica evidente que a solução para os problemas de arbitragem é a adoção dos recursos de imagem, como já ocorre em outros esportes. Enquanto isso não acontecer, e os árbitros tiverem um poder absoluto dentro de campo, as competições terão seus resultados turvados por erros da parte deles, e o futebol, cada vez mais, perderá credibilidade.
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