quarta-feira, 25 de março de 2026
O linguajar de Róger Machado
Um assunto tomou conta do noticiário esoodtivo no centro do país, desde o final de semana. O linguajar de Róger Machado, técnico do São Paulo, um exemplar clássico do "futebolês", dominou as manchetes. No Rio Grande do Sul, seu estado de origem, as falas empoladas de Róger Machado não são novidade, mas, em São Paulo, embora o técnico já houvesse trabalhado por lá, anteriormente, o fato ainda causa espanto. Talvez como uma forma de demonstrar que é um profissional "estudioso", Róger Machado não abre mão de seu discurso quase impenetrável. Expressões como "terceira amplitude" e "intersetorial de ataque" são dois bons exemplos da linguagem rebuscada do técnico. Róger Machado não é o primeiro técnico a falar dessa forma. Tite é outro que se utiliza desse tipo de explicações nas entrevistas pós-jogos. Porém, o problema não está no que dizem, mas nos seus desempenhos. Enquanto Tite conquistou todos os títulos possíveis em clubes, Róger Machado possui, apenas, três conquistas estaduais. Com forte rejeição da torcida do São Paulo, Róger Machado, certamente, amplia a resistência ao seu trabalho com uma linguagem que o afasta das pessoas mais simples.
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