quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
O ano vai ser intenso
Começou 2026. O ano vai ser intenso, pois terá Copa do Mundo e eleição presidencial. A cada quatro anos, esses dois grandes acontecimentos dão um peso diferente ao calendário. Se a Seleção Brasileira já não mobiliza os torcedores tanto quanto antes, a eleição presidencial, num país que continua polarizado, deverá elevar a tensão no meio político. Se a Seleção corre "por fora" na Copa, onde não é uma das favoritas para o título, o presidente Luís Inácio Lula da Silva está com a reeleição encaminhada. Os números da economia são muito bons, e Lula se mostra bom negociador, conseguindo governar com um Congresso que tem maioria de opositores. A "questão fiscal", e o "aumento da dívida pública" são falsos problemas, decorrentes da visão neoliberal da política econômica. No que interessa, em termos práticos, o índice de pessoas empregadas é o maior em décadas. Argumentar que índices de emprego altos pressionam a inflação, é uma posiçào demofóbica. Afora isso, pequenos aumentos da taxa inflacionária não constituem um drama, ao contrário do que sustentam os economistas. Em suma, a Seleção terá de se esforçar muito para ganhar a Copa, dado que há vários candidatos mais cotados. Diferentemente disso, Lula só precisa evitar as armadilhas das "fake news" e intrigas da imprensa, para obter mais um mandato de presidente. Fora dessas duas questões, um novo ano é sempre uma esperança no caminho de cada um.
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