segunda-feira, 18 de agosto de 2014
A Magda do futebol
Durante seis anos, nas noites de domingo, a Rede Globo levou ao ar, com enorme sucesso, o programa humorístico "Sai de Baixo". Nele, uma das personagens de maior destaque era Magda, vivida pela atriz Marisa Orth. Magda dizia os maiores disparates, fazendo com que o seu marido, Caco Antibes, personagem de Miguel Falabela, a cada uma das besteiras que ela proferia, soltasse o bordão "Cala a boca, Magda". Pois o futebol também tem a sua Magda. Trata-se do técnico da Seleção Brasileira, Dunga. Restituído, inexplicavelmente, ao cargo, Dunga nada mudou em relação a sua passagem anterior pela função. Continua agredindo o idioma, com terríveis erros de concordância, e persiste com sua arrogância e truculência, temperadas por lugares comuns e palavras de ordem típicas dos livros de auto-ajuda mais vulgares. Numa entrevista concedida à revista "Época", na semana passada, Dunga saiu-se com mais uma das suas. Perguntado se Neymar era craque, Dunga respondeu que ele é o maior jogador brasileiro, mas que para ser craque falta-lhe o selo de um campeão mundial. Poucas vezes se viu uma declaração tão estapafúrdia. A se levar em conta o critério de Dunga, jogadores como Puskas, Cruyff, Platini, Zico, Zizinho, entre outros, não poderiam ser classificados como craques, pois não foram campeões de uma Copa do Mundo. O que dizer, então, de Di Stéfano, que nem sequer disputou uma Copa? Na verdade, Dunga adora esfregar sua condição de campeão mundial na cara de seus críticos, que ele trata como inimigos. Na sua visão míope e tacanha, própria dos seres intelectualmente rarefeitos, Dunga divide o mundo entre vencedores e perdedores, e exalta sua condição de pertencente ao primeiro grupo. A declaração sobre Neymar é apenas mais uma a demonstrar o tamanho do desatino que representa sua volta à Seleção. Como bem colocou o comentarista Mauro Cézar Pereira, dos canais ESPN, afora o retrocesso que seu retorno representa para o futebol brasileiro, a presença de Dunga na Seleção lhe oportuniza dar inúmeras entrevistas, e acumular declarações absurdas. Amanhã, Dunga fará sua primeira convocação nessa sua segunda passagem como técnico da Seleção. Tomara que apenas divulgue a lista de convocados e faça considerações breves. Caso contrário, os brasileiros serão obrigados a, em coro, gritar: "Cala a boca, Dunga".
domingo, 17 de agosto de 2014
Vitória em momento importante
O Grêmio venceu o Criciúma por 2 x 0, na Arena, hoje à tarde, pelo Campeonato Brasileiro. Uma vitória que veio num momento importante, depois de três derrotas consecutivas, a última delas num Gre-Nal. Portanto, ganhar era indispensável, para que o clube não entrasse em crise. Bastou essa vitória para que o Grêmio subisse três posições na tabela, indo para o oitavo lugar. Afora isso, era fundamental garantir pontos num jogo, teoricamente, mais fácil, já que as duas próximas partidas do Grêmio, contra o Cruzeiro, no Mineirão, e o Corinthians, na Arena, serão extremamente difíceis. No jogo de hoje, o Grêmio não chegou a ter um grande atuação. A escalação do time merece reparos, pois o técnico Felipão colocou Walace, de muito bom desempenho no Gre-Nal, no banco, pondo em seu lugar Ramiro, um jogador que há muito deveria ter saído do time. Outra opção equivocada foi a de Dudu como titular, em detrimento de Fernandinho. Dudu, mais uma vez, foi de uma total ineficiência, movimentando-se muito sem nenhuma produtividade. A escolha de Zé Roberto para a lateral esquerda também não parece a melhor solução. Matias Rodriguez mostrou bom potencial no apoio, foi frágil na ação defensiva, mas merece mais chances. Os dois melhores jogadores em campo foram Lucas Coelho e Felipe Bastos, curiosamente substituídos por Felipão durante o jogo. O resultado foi o mais importante de tudo. A vitória, tão necessária, aconteceu. Agora, mais fortalecido pela quebra da sequência de resultados negativos, o Grêmio terá de arregimentar forças para dois enormes desafios. Se conseguir superá-los, aí sim, um novo horizonte se abrirá para o clube num ano em que, até aqui, só colheu decepções.
sábado, 16 de agosto de 2014
Vitória em jogo ruim
O Inter ganhou do Goiás por 1 x 0, hoje, no Serra Dourada, pelo Campeonato Brasileiro. O jogo se pareceu em tudo com a vitória sobre o Bahia, na Arena Fonte Nova: o placar foi o mesmo, o futebol praticado pelos dois times foi muito ruim, e o gol nasceu de uma falha do goleiro. Porém, no futebol o que importa é o resultado, e com essa vitória, a quinta consecutiva, o Inter assumiu, provisoriamente, a liderança do Brasileirão. As atuações individuais do Inter foram muito opacas, até mesmo as estrelas D'Alessandro e Aránguiz não renderam bem. No entanto, a sorte tem acompanhado o Inter nos últimos tempos. Mais tarde, o Corinthians não passou de um empate em 1 x 1 com o Bahia, em pleno Itaquerão, perdendo a chance de encostar no Inter. Num futebol nivelado por baixo, como ocorre no Brasil no momento, jogar bem não é fundamental para vencer. Mesmo sem convencer, o Inter tem ganho seus jogos. Depois de algum tempo, volta a experimentar a sensação de estar entre os primeiros da competição, contrastando com o mau desempenho nos anos mais recentes. Resta saber se essa boa fase é passageira, ou será mantida até o fim da disputa.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
A nova face da eleição
A morte do candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, poderá dar uma nova face para a eleição. A tendência é de que Marina Silva ocupe o lugar de Campos na cabeça de chapa, o que traria uma nova dimensão para o pleito. Marina era a candidata a vice-presidente de Campos, mas muitos defendiam que as posições deveriam ser invertidas na chapa, dada a sua maior densidade eleitoral em relação ao ex-governador de Pernambuco. Agora, com a morte de Campos, essa aspiração poderá ser concretizada, alterando significativamente as perspectivas do pleito. O maior prejudicado, caso a candidatura de Marina se confirme, deverá ser Aécio Neves. Com a presença de Marina na disputa, a ocorrência de um segundo turno ficaria mais provável, mas tendo a ex-senadora e a presidente Dilma se confrontando, com Aécio Neves ficando de fora. O mais curioso é que, na ânsia de retirar o PT do poder, muitos políticos conservadores apoiam a ideia da candidatura de Marina, ainda que ela seja marcadamente de esquerda e tenha posições que se chocam frontalmente com os conceitos do neoliberalismo. Seja como for, a eleição, que até então se apresentava morna, irá, ao que tudo indica, ganhar em intensidade, a partir do novo quadro que começa a se formar. Se antes Eduardo Campos estava num distante terceiro lugar nas pesquisas, com Marina os índices tendem a ser bem maiores. Com isso, o Brasil poderá viver uma experiência, até aqui, inédita no país, com duas mulheres disputando o cargo de presidente, sem a presença de um candidato masculino.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Panorama desolador
Os jogos de ontem pela Copa do Brasil e a decisão da Libertadores deixaram claro que o panorama do futebol brasileiro e sul-americano, no momento, é desolador. Em todos eles, a pobreza técnica foi uma marca presente. No caso da Copa do Brasil, três grandes clubes sofreram eliminações para outros de menor porte. A hipótese de que São Paulo, Fluminense e Inter, eliminados por Bragantino, América-RN e Ceará, respectivamente, tivessem "amolecido" seus jogos, para saírem fora da competição e ingressarem na Copa Sul-Americana, logo ganhou corpo. No caso do Inter a suspeita é mais robusta, pois, depois de ter perdido o primeiro jogo para o Ceará, escalou um time misto para a segunda partida. As eliminações de São Paulo e Fluminense, no entanto, foram mais constrangedoras, pois haviam vencido o primeiro jogo, e faziam a segunda partida em casa com toda a vantagem para confirmarem suas classificações. Seja como for, com facilitações ou não, esses resultados apenas confirmam a má fase vivida pelo futebol no país, já evidenciada pela pífia performance da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Como pode o Fluminense, depois de golear o América-RN por 3 x 0 na Arena das Dunas, perder para o mesmo adversário, no Maracanã, por 5 x 2? O que dizer, também, do São Paulo, que vencera o Bragantino, fora de casa, por 2 x 1, e, em pleno Morumbi, perdeu por 3 x 1? Como explicar que o Inter, somados os dois jogos, tenha levado cinco gols do Ceará e marcado apenas dois, 2 x 1 no Beira-Rio e 3 x 1, ontem, no Castelão? A decisão da Libertadores, também não foi melhor. Ela reunia os dois piores dentre os 16 clubes que passaram da fase de grupos da Libertadores para as etapas eliminatórias. Depois de um empate em 1 x 1 no primeiro jogo, no Defensores del Chaco, o San Lorenzo venceu o Nacional, do Paraguai, no Nuevo Gasometro, com um gol de pênalti. No jogo, sobrou emoção, mas faltou futebol. Por tudo que se viu nos jogos de quarta-feira, vai ser preciso muito trabalho para que o futebol sul-americano, e o brasileiro, em particular, retorne ao seus melhores tempos.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Tragédia
O país ainda está estupefato com a tragédia ocorrida na manhã de hoje. As atividades diárias de cada um mal se iniciavam, e a notícia chocante chegava ao conhecimento de todos, informando que um avião que conduzia o candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, havia caído em Santos (SP). Mais tarde, vinha a confirmação de que todos os ocupantes haviam falecido no acidente. Poucas horas antes, na noite de ontem, Campos havia concedido entrevista ao "Jornal Nacional", da Rede Globo. Milhões de brasileiros o assistiram ontem à noite, e se depararam, incrédulos, hoje pela manhã, com a notícia da sua morte repentina. O fato só reforça a fragilidade e fugacidade da vida humana. A qualquer momento, sem prévio aviso, qualquer ser humano pode sair de cena, levado pela fatalidade ou por um mal súbito. A morte é algo que sempre nos abala, e, nas circunstâncias em que ocorreu a de Campos, o choque é ainda maior. Ele era um homem relativamente jovem, havia completado 49 anos no domingo, Dia dos Pais. Deixou cinco filhos, um deles com poucos meses de idade. Estava empreendendo o seu maior projeto político, depois de governar seu Estado de origem, Pernambuco, por dois mandatos. Neto de Miguel Arraes, um dos maiores nomes da política brasileira em todos os tempos, morreu na mesma data em que o avô faleceu, 13 de agosto. Sua morte, seis dias antes do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, impacta todo o processo eleitoral. Como bem expressou a candidata a presidente pelo PSOL, Luciana Genro, a eleição já está irremediavelmente marcada por esse acontecimento. Uma trajetória política ascendente foi bruscamente interrompida. Eduardo Campos estava em terceiro lugar nas pesquisas de intenções de voto. Provavelmente, não conseguiria vencer a eleição. Porém, com a idade que tinha, e aproveitando o pleito desse ano para se tornar mais conhecido pelo eleitorado, teria grandes chances de êxito em disputas futuras. A fatalidade impediu que essas perspectivas pudessem se concretizar.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
As dores de cada um
A morte do ator Robin Williams, aos 63 anos, ontem ocorrida, é um desses acontecimentos que nos fazem pensar, por serem, em princípio, de difícil compreensão. Williams, ao que tudo indica, se suicidou, e o senso comum costuma considerar que um gesto tão extremo só pode ser praticado por quem se encontre numa condição de vida muito desfavorável, acossado por dramas como a solidão, a doença e a pobreza. Não era o caso de Williams. Ator famoso, de talento reconhecido, com vários prêmios na carreira, incluindo um Oscar de coadjuvante, Williams estava longe de cumprir o perfil do fracassado. No entanto, lutava contra uma depressão severa. Ao longo de sua vida, enfrentou problemas devido ao consumo de drogas e álcool, tendo se internado diversas vezes. Casado pela terceira vez, ultimamente estaria sofrendo problemas financeiros, devido aos muitos gastos com os divórcios de suas uniões anteriores. Sua carreira, a partir dos anos 2000, entrou num certo declínio. Porém, nada disso parece suficientemente forte para justificar um suicídio. Na verdade, cada um de nós carrega suas próprias dores e inquietações, não necessariamente relacionadas com possíveis desventuras da vida. São os "monstros" que nos habitam, e com os quais alguns lidam com mais habilidade do que outros. Robin Williams foi um homem bem sucedido. Foi um vitorioso em sua profissão. Amou várias mulheres. Teve filhos. Portanto, teve uma existência intensa. Ainda assim, buscou o álcool e as drogas, e acabou por tirar a própria vida. Diante do senso comum, sua atitude parece incompreensível, mas as dores que assaltam os seres humanos não respeitam a lógica elementar.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Lobos em pele de cordeiro
Há segmentos da sociedade que enxergam tudo sob a perspectiva do lucro, do ganho financeiro. Diante de qualquer entrave à sua sede de realização de "bons negócios" queixam-se da excessiva burocracia ou de posturas governamentais que não favorecem o "empreendedorismo". São lobos em pele de cordeiro, vilões posando de vítimas. Esse é o caso do setor da construção civil. O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) queixa-se de que o setor está atravessando um período de dificuldades devido à demora para aprovar novos projetos em Porto Alegre. Entre as causas de tais dificuldades estariam a falta de informatização de dados por parte da prefeitura, a Lei Kiss, que tornou mais rígida a prevenção contra incêndios nas edificações no Estado, e o processo de licenciamento ambiental, que seria demasiadamente lento. A questão da informatização de dados é meramente burocrática, mas as outras duas mostram claramente o confronto entre os interesses maiores da sociedade e a sede de lucros por parte dos construtores. Uma lei que amplie o rigor na prevenção de incêndios em edificações é algo para ser saudado, não para ser visto como um empecilho. O licenciamento ambiental também é um fator de extrema relevância antes de se aprovar qualquer nova construção. Por trás do discurso modernoso de que a cidade é que sofre prejuízos, que o mercado fica engessado para oferecer opções aos interessados, e outros argumentos do mesmo gênero, está a avidez por ganhos que resulta numa expansão imobiliária que agride o espaço físico das cidades com prédios altos, causando-lhes prejuízos estéticos e ambientais. O município de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, por exemplo, está tomado por prédios gigantescos, até com mais de 70 andares, que projetam sua sombra sobre a beira-mar, impedindo o banho de sol. Isso sem contar todos os danos ambientais que prédios de tamanho porte causam. Agora, intenta-se fazer algo semelhante em Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul. Os defensores da "sociedade de mercado" acusam de retrógrados todos os que se opõem a sua visão de mundo, caracterizada pela busca incessante de lucros, sobrepondo-se aos mais legítimos interesses da coletividade. Seu discurso bem articulado é puro disfarce, capaz de impressionar alguns incautos. Na verdade, os administradores públicos, ao serem mais exigentes na autorização para novos empreendimentos imobiliários, nada mais estão fazendo do que cumprir com seu compromisso precípuo com os cidadãos. O ideal, inclusive, seria que sempre agissem assim. As queixas da construção civil, portanto, são improcedentes. Não passam de mero esperneio de quem coloca os seus interesses setoriais acima dos da população como um todo.
domingo, 10 de agosto de 2014
Martírio interminável
O Grêmio perdeu por 2 x 0 para o Inter, no Beira-Rio, hoje à tarde, pelo Campeonato Brasileiro, e prolongou ainda mais o sofrimento de seu torcedor, que vive um martírio aparentemente interminável. O clube já não ganha um grande título desde 2001. Até mesmo o modesto Campeonato Gaúcho não é vencido pelo Grêmio desde 2010. Nesse longo período de frustrações, o Grêmio já fez de tudo, e fracassou quase sempre. Todos os tipos de técnicos foram tentados. Famosos e consagrados, como Paulo Autuori e Vanderlei Luxemburgo. Ex-ídolos, como Cuca, De León e Renato. Apostas, como José Luís Plein e Julinho Camargo. Emergentes, como Mano Menezes, Silas e Enderson Moreira. Retranqueiros, como Celso Roth. Alguns tiveram relativo sucesso, ganhando o Gauchão. A maioria fracassou rotundamente. Nesse período, o Grêmio fez algumas boas campanhas obtendo dois vice-campeonatos brasileiros e um da Libertadores, mas título, mesmo, não veio. No próximo dia 26, serão completados dois anos sem que o Grêmio vença um Gre-Nal sequer. Nem mesmo os heróis do passado estão conseguindo alterar essa rota de desastres. Fábio Koff, que em duas administrações anteriores como presidente teve um desempenho histórico, só vem colhendo insucessos dentro de campo no atual mandato. Não conquistou nenhum título, nem ganhou grenais. Felipão, técnico com duas passagens exitosas pelo clube, reestreou, hoje, cercado de esperanças da torcida, e nada fez de animador. Mexeu em quase todo o time, o que por si só prejudica o entrosamento. Fez escolhas imperdoáveis, como improvisar Ramiro na lateral direita e Pará na esquerda, restituir a titularidade de Werley justamente num Gre-Nal, depois de ele ter falhado gravemente nos dois anteriores, não escalar um terceiro volante para dar maior proteção a um time que tinha tudo contra si, manter Barcos até o final do jogo, mesmo com sua inoperância na partida. Claro, foi a estreia de Felipão, ele não é mágico. Porém, o que causa desconsolo ao torcedor do Grêmio é que nenhuma fórmula parece dar certo para levar o clube de volta às grandes conquistas.
sábado, 9 de agosto de 2014
Rolling Stones em Porto Alegre
Ainda falta a confirmação oficial, mas cada vez mais é dado como certo que Porto Alegre estará no roteiro das apresentações que os Rolling Stones farão, em 2015, no Brasil. Há alguns anos, Porto Alegre deixou de ser um local periférico no que tange ao recebimento de grandes nomes do show business internacional. Estiveram se apresentando na cidade nomes como Paul McCartney, Ringo Starr, Eric Clapton, Bob Dylan, Elton John, Madonna, Roger Waters. Por isso mesmo, a vinda dos Rolling Stones era algo que se impunha, e, ao que parece, irá se concretizar. As apresentações que o grupo fará em 2015 pelo mundo deverão marcar, possivelmente, a sua despedida dos palcos, o que as torna ainda mais especiais. Assim sendo, fique atento, e, se a vinda deles, que já se especula que seria no mês de fevereiro, se confirmar, prepare-se para viver uma experiência inesquecível. Por certo, o preço dos ingressos não será barato, mas diante da grandiosidade do acontecimento, isso é apenas um detalhe. Assistir a um show de um grupo lendário como os Rolling Stones é sempre um privilegio, o que justifica plenamente o dinheiro a ser pago.
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