quarta-feira, 16 de julho de 2014
Desanimador
O que se viu em Grêmio 0 x 0 Goiás, hoje, na Arena, na rodada que marca a volta dos jogos pelo Campeonato Brasileiro, após a Copa do Mundo, remete para um quadro desanimador. Os treinos realizados durante o período de recesso para a Copa, pelo visto, de nadas serviram. Mesmo com o acréscimo de Giuliano, que hoje fez sua estreia, o Grêmio continuou sendo um time sem soluções. Barcos segue sendo o mesmo de sempre, errou três gols feitos e continua sem balançar as redes. O Grêmio tem uma das melhores defesas do Brasileirão, mas, também, possui um dos piores ataques. Os pontos perdidos hoje são irrecuperáveis. Por jogar em casa, contra um adversário de nível inferior aos seu, o Grêmio tinha a obrigação de vencer. Resultados como esse é que tem sido responsáveis pelo fato de tanto o Grêmio como o Inter chegarem seguidamente entre os primeiros, mas sem nunca conquistar o título da competição. O problema nada tem a ver com a fórmula de pontos corridos, que é a melhor que existe, nem com o maior volume de dinheiro que Corinthians e Flamengo recebem em relação aos demais clubes. O que tem impedido a dupla Gre-Nal de alcançar o título mais cobiçado do futebol brasileiro são os tropeços em jogos nos quais dispõem de amplo favoritismo. Resultados como o de hoje são inaceitáveis para quem pretende ser campeão brasileiro.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Retorno
A hora é do retorno à realidade. A Copa do Mundo terminou no domingo. Ontem, foi o dia de fazer o balanço de tudo o que se passou. Porém, o tempo não para, e as competições de clubes recomeçam imediatamente. Hoje, voltam os jogos do Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão. Amanhã, será a vez da Primeira Divisão. Claro, não vai ser fácil, num primeiro momento, essa volta à rotina. O nível técnico do Campeonato Brasileiro, nos últimos anos, tem sido cada vez mais baixo. O desempenho da Seleção Brasileira na Copa, inclusive, é uma demonstração de que mesmo os jogadores brasileiros mais renomados, que atuam em grandes clubes do exterior, deixam a desejar em relação aos grandes craques do passado. No entanto, a vida continua, como expressa o chavão, e uma nova Copa só ocorrerá em 2018, na distante Rússia. Daqui por diante, saem de cena as seleções e entram em seu lugar os clubes. Ainda que o futebol seja precário, a força das camisetas gloriosas dos grandes clubes brasileiros há de garantir a emoção, e, aos poucos, fazer com que os estádios recebam muitos torcedores e intensa vibração. Bom retorno à rotina para todos, dentro e fora dos estádios.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Sucesso
Com o final da Copa do Mundo, vem a óbvia constatação de que ela foi um sucesso. Contrariando todas as previsões pessimistas, a competição foi exitosa, dentro e fora de campo. Aeroportos e hotéis funcionaram a contento, os estádios apresentaram poucos problemas, os jogos foram de alto nível, o número de gols igualou o da Copa de 1998, na França, o maior da história, com 171. A média de público é a segunda maior da história. Só não superou a da Copa de 1994, nos Estados Unidos, porque os estádios brasileiros são menores. A imprensa estrangeira, antes cética em relação ao êxito da Copa, rasgou-se em elogios. O "The New York Times" considerou que a Copa teve uma "organização impecável". O "The Guardian" escreveu: "Brasil comprova ser um perfeito anfitrião para inspirar uma comovente festa de Copa do Mundo". Vários outros jornais fizeram muitos elogios à Copa. As belezas naturais do Brasil, a simpatia e a hospitalidade de sua população, a animação dentro e fora dos estádios, e o nível técnico da competição fizeram da Copa do Mundo de 2014 um acontecimento inesquecível. Um resultado surpreendentemente positivo, se levarmos em conta toda a oposição contra a realização da Copa, e o aparente desinteresse por ela quando faltavam poucos dias para o seu início. Se a Seleção Brasileira fracassou dentro de campo, nos estádios e nas ruas comprovou-se porque o Brasil é chamado de "país do futebol".
domingo, 13 de julho de 2014
Lógica
A vitória da Alemanha sobre a Argentina, por 1 x 0, com um gol marcado aos 8 minutos do segundo tempo da prorrogação, confirmou o seu favoritismo, e lhe deu o seu quarto título de Copa do Mundo. A Alemanha não fez uma campanha brilhante na Copa, mas seu desempenho foi mais consistente que o da Argentina. Embora não possua um jogador de exceção, como Messi, a Alemanha tem vários bons jogadores, que formam uma equipe muito consistente. Seus dois melhores jogos foram as goleadas sobre Portugal e Seleção Brasileira. Nas outras partidas, teve atuações irregulares, mas chegou com méritos á decisão, e foi campeã com justiça. Göetze saiu do banco para marcar o gol do título. Foi bom que tenha sido assim, isto é, que o vencedor tenha sido definido com a bola rolando. Uma Copa de tão alta qualidade como a que hoje se encerrou não merecia ser definida na loteria da cobrança dos tiros livres da marca do pênalti. A Argentina teve grandes chances para marcar, e poderia ter ganho o jogo. Logo no início da partida, Higuain perdeu um gol feito. Mais tarde, Messi também desperdiçou uma oportunidade incrível. Como se sabe há muito tempo, quem não faz leva. A Copa do Mundo no Brasil, venceu o pessimismo e a turma do contra, e superou todas as expectativas. O único senão foram as escolhas das Bolas de Ouro, Prata e Bronze para os três melhores jogadores da Copa, que foram dadas, respectivamente, para Messi, Thomas Müller e Robben. A escolha não corresponde à realidade. Robben e James Rodriguez foram os dois melhores jogadores da Copa, e um deles deveria ganhar a Bola de Ouro. Thomas Müller foi bem, mas não brilhou, e Messi foi apenas razoável. O que fica de tudo, no entanto, é uma Copa de alto nível dentro de campo, e com uma organização mais que satisfatória fora dele. Para os brasileiros, o único motivo de lamentação foi o desempenho pífio da Seleção. Afora isso, só há o que comemorar. A saudade da Copa do Mundo vai bater forte por muito tempo.
sábado, 12 de julho de 2014
Outra goleada
Não poderia ter sido mais melancólica a despedida da Seleção Brasileira da Copa do Mundo. A nova goleada sofrida, desta vez de 3 x 0, para a Holanda, hoje, no Mané Garrincha, mancha ainda mais a imagem da Seleção que mais títulos de Copa do Mundo conquistou. Com o resultado, a Seleção terminou a Copa em quarto lugar, mesma colocação que obteve há exatos 40 anos, na primeira Copa realizada na Alemanha. O quarto lugar, em si, nada tem de desonroso. No entanto, ao contrário de 74, quando, em suas duas últimas partidas, a Seleção perdeu por 2 x 0 para a Holanda e 1 x 0 para a Polônia, desta vez a saída de cena foi humilhante, com duas goleadas. Não adiantou a boa vontade da torcida, que foi ao estádio dar o seu apoio, pois, já com um minuto de jogo, a Seleção tinha um pênalti contra si. Se é verdade que o árbitro errou ao marcar pênalti, pois a falta foi fora da área, também é preciso lembrar que Tiago Silva, o autor da infração, deveria ter sido expulso, e só recebeu o cartão amarelo. A arbitragem, por sinal, foi outro capítulo deplorável dentro do jogo. O segundo gol da Holanda ocorreu depois de um impedimento não marcado pelo árbitro. Mais tarde, dois pênaltis claros, sobre David Luiz e Robben, pela ordem, também não foram assinalados. Tendo construído uma vitória parcial de 2 x 0 ainda cedo, a Holanda parecia disposta a administrar o resultado no segundo tempo. Uma nova falha da defesa brasileira, todavia, já no final do jogo, proporcionou-lhe o terceiro gol, estabelecendo a segunda goleada sofrida pela Seleção em apenas quatro dias. Em dois jogos, 10 gols contra, e apenas um a favor. Um vexame histórico, inapagável, que irá constranger sucessivas gerações de brasileiros. A Seleção Brasileira fechou sua participação na Copa com três vitórias, dois empates e duas derrotas, números que dizem tudo. Para o futuro, quase nada fica. A rigor, só Neymar deveria permanecer em futuras convocações. Os demais, mesmo os mais jovens, não mostraram o padrão que se exige para a Seleção. O tempo não para. Em 2015, teremos Copa América no Chile, e o início das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2018, já em setembro. Não há tempo a perder, e quase tudo está por fazer. Se os responsáveis pela Seleção não agirem com rapidez e competência, ela correrá o risco de, pela primeira vez em sua centenária e gloriosa história, não se classificar para uma Copa do Mundo.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Mudanças necessárias
Decorridos alguns dias da goleada humilhante da Seleção Brasileira para a Alemanha, é necessário projetar novos rumos no futebol brasileiro, mas, para desalento do torcedor, é muito pouco provável que algo venha a se alterar na sua estrutura diretiva e organizacional. As pessoas que comandam a CBF pertencem a um mesmo grupo, cujos integrantes vão sucedendo uns aos outros no poder. Em comum, possuem uma biografia cheia de atitudes pouco recomendáveis, e sustentam um sistema que em nada contribui para os interesses maiores do futebol. Sem que haja uma alteração nesse "status quo", toda e qualquer medida tende a ser cosmética, longe das mudanças necessárias para proporcionar novos horizontes ao nosso futebol. Algumas hipóteses aventadas quanto ao cargo de técnico da Seleção Brasileira demonstram isso. Os atuais detentores do poder na CBF cogitam a permanência de Felipão, o que seria um descalabro, a promoção do técnico das seleções de categorias inferiores, Alexandre Gallo, que não está pronto para a empreitada, ou Muricy Ramalho, cujo tempo já passou. O próprio Muricy disse que aceitaria conversar, mas que entende que Tite é o nome mais indicado. A maioria dos cronistas e boa pare do público também se inclina por Tite, mas por disputas e interesses de natureza clubística o seu nome sofre restrições. Há, também, os que acham que é chegada a hora de um técnico estrangeiro para a Seleção, com o que não concordo. A Seleção construiu uma magnífica trajetória sem precisar recorrer a técnicos estrangeiros, e deve continuar assim. As mudanças mais imperiosas no futebol brasileiro precisam acontecer fora de campo. Pena que nada indique que essa seja uma possibilidade concreta.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
A arrogância de Felipão
O técnico da Seleção Brasileira, Luís Felipe Scolari, o Felipão, é um dos mais vitoriosos da história do futebol brasileiro. Isso não se discute. Por clubes, Felipão ganhou um Campeonato Brasileiro, três Copas do Brasil e duas Libertadores. Faltou-lhe o Mundial de Clubes, que perdeu em duas oportunidades, treinando o Grêmio, em 1995, e o Palmeiras, em 1999. Porém, conquistou o maior dos títulos mundiais, a Copa do Mundo, pela Seleção Brasileira, em 2002, vencendo todos os jogos. Sua competência, portanto, é comprovada. Felipão, todavia, com o passar dos anos, foi se tornando cada vez mais ríspido no trato com a imprensa, revelou simpatia pelo ditador genocida chileno Augusto Pinochet, e foi tomado por uma autossuficiência e prepotência claramente identificáveis. Dias antes do fatídico jogo da Seleção contra a Alemanha, Felipão, referindo-se a uma conversa que teve com alguns jornalistas em detrimento de outros, disse "quem não gostou que vá para o inferno". Em suas entrevistas, costuma fazer caretas demonstrando impaciência com as perguntas formuladas, e interrompe os jornalistas constantemente, antes que concluam suas questões. Suas duas últimas entrevistas foram lamentáveis. A primeira, pouco depois da goleada humilhante para a Alemanha, foi inacreditável. Felipão parecia tranquilo, bem menos tenso que nas entrevistas após vitórias da Seleção. Em nenhum momento esboçou um mea culpa. Pelo contrário. Reafirmou sua convicção no acerto de seu trabalho, e creditou o desastre a um "apagão" que levou a uma enxurrada de gols em poucos minutos. Ontem, em nova entrevista, Felipão voltou a falar no apagão, e disse que não tinha explicação para ele. Pior do que isso, mostrou toda a sua arrogância. Ao saber que o presidente da Federação Catarinense de Futebol, e futuro diretor da CBF, Delfim Peixoto, lhe fizera severas críticas, Felipão respondeu: "O Delfim disse isso? O único título nacional que Santa Catarina tem fui eu que ganhei, a Copa do Brasil de 1991, pelo Criciúma. O Delfim deveria se ajoelhar diante de mim, e pedir a benção". Delfim Peixoto está longe de ser "flor que se cheire", é um desses tantos dirigentes que se eternizam como presidentes de federações estaduais e que em nada contribuem com o futebol brasileiro. Porém, as palavras de Felipão revelam um homem que se julga acima do bem e do mal, que não tolera críticas. Sua carga de culpa sobre a catástrofe diante da Alemanha é enorme, mas Felipão não a assume. Argumentar a ocorrência de um apagão e dizer que não sabe explicá-lo é patético.O tom e o teor da resposta que deu a Delfim Peixoto mostram o perfil agressivo de sua personalidade e a sua ausência de autocrítica. Felipão é do tipo que, na busca do sucesso profissional, não hesita em conviver com algumas das figuras mais nefandas do futebol, como o presidente da CBF, José Maria Marin, por exemplo. Aprendeu a circular com desenvoltura pelos corredores do poder, e o faz sem pruridos, dobrando-se aos desígnios dos que comandam, de forma espúria, o futebol brasileiro. Por isso sentiu-se tão à vontade para responder agressiva e debochadamente para Delfim Peixoto. Na arrogância de Felipão, em sua ausência de senso crítico, estão muitos dos motivos que levaram a Seleção ao fracasso.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Para piorar o pesadelo
A Argentina empatou com a Holanda em 0 x 0, e venceu por 4 x 2 nos tiros livres da marca do pênalti, hoje, no Itaquerão, pelas semifinais da Copa do Mundo. Dessa forma, a Argentina irá disputar domingo, no Maracanã, a decisão da Copa, contra a Alemanha, o que só serve para piorar o pesadelo em que a competição se transformou para os brasileiros. Será a terceira vez em que as duas seleções decidirão a Copa. Nas outras duas, cada uma ganhou uma vez. A Argentina, em 1986. A Alemanha, em 1990. A princípio, a Alemanha parece ser mais cotada para conquistar o título. Ao longo da sua campanha, fez dois grandes jogos, goleando Portugal e a Seleção Brasileira. A Argentina, ao contrário, não brilhou em nenhum momento, mesmo pegando um grupo fraco na primeira fase, com Bósnia-Herzegovina, Irã e Nigéria. Messi teve lampejos, mas não chegou a ter atuações de exceção. A Argentina foi chegando aos poucos, "como quem não quer nada", sem convencer inteiramente. Porém, tem camisa e tradição e vai jogar num país vizinho, o que a fará se sentir à vontade. Nada muda, objetivamente, na relação entre Brasil e Argentina no futebol, se ela for campeã. Afinal, o Brasil continuará tendo dois títulos de Copas a mais, cinco contra três. Porém, depois da catástrofe de ontem, ver a Argentina campeã é tudo o que os brasileiros não querem.
terça-feira, 8 de julho de 2014
Catástrofe
Não foi uma tragédia, posto que esse é um termo inadequado para se referir a um revés esportivo, mas foi uma catástrofe. A goleada de 7 x 1 sofrida pela Seleção Brasileira diante da Alemanha, no Mineirão, é uma humilhação que nunca será apagada. Atormentará gerações de brasileiros, a exemplo do Maracanazo de 1950. O Brasil é o único país, entre as potências do futebol, que perdeu as duas Copas do Mundo que sediou. Itália, França e Alemanha também sediaram duas Copas, e todas ganharam uma das edições. A Seleção Brasileira tem ampla vantagem nos jogos contra a Alemanha. Na única vez em que haviam se defrontado numa Copa, ganhou por 2 x 0, ao natural, e conquistou o título, em 2002. Como explicar que a mais vitoriosa de todas as seleções, a única que jogou todas as Copas, e a que mais venceu a competição, ganhando-a em três continentes diferentes, não consiga ser campeã em seu próprio território? A Alemanha tem uma boa seleção? Sem dúvida, mas nada possui de extraordinário. Com essa mesma base, já perdera as Copas de 2006 e 2010, e as Eurocopas de 2008 e 2012. Sua campanha na Copa de 2014, até aqui, nada tinha de excepcional. As explicações para o desastre estão na Seleção Brasileira. No tempo desperdiçado com Mano Menezes, na escolha equivocada de Felipão para ser o novo técnico, quando a "bola da vez" era Tite. Na insistência com Hulk, um jogador medíocre, na convocação de Dante em detrimento de Miranda, um zagueiro muito superior. Nos amistosos contra equipes desqualificadas durante os anos de preparação para a Copa, um prejuízo para uma equipe que não disputava eliminatórias e, portanto, não podia ser devidamente testada. No absurdo de entregar a tarefa de escolher os adversários da Seleção em amistosos para uma empresa, sem que a CBF tenha autonomia para rejeitar a agenda de jogos. O que aconteceu, hoje, em campo, é o reflexo do descalabro administrativo do futebol brasileiro. O pior é que não há perspectiva de mudança. O próximo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, que assumirá em janeiro de 2015, é da mesma turma do atual, o execrável José Maria Marin. Sem uma faxina nas práticas administrativas do futebol brasileiro, os fracassos de campo tendem a prosseguir.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Di Stéfano
Grandes ídolos do futebol continuam a nos deixar, em plena Copa do Mundo, nesse que tem sido um dos anos com maior número de mortes de ex-jogadores. Hoje, o futebol perdeu Di Stéfano. Argentino de nascimento, jogou no River Plate e no Millionarios (COL), até chegar ao Real Madrid. No clube espanhol atingiu o ápice da glória. Num time que contava com outro talento extraordinário, o húngaro Puskas, foi campeão das cinco primeiras edições da Copa dos Campeões da Europa, nome anterior da atual Champions League. Não chegou a disputar uma Copa do Mundo, o que talvez prejudique, para alguns, a real percepção do jogador que ele foi. Para muitos dos que assistiram atuações suas, no entanto, Di Stéfano teria sido o segundo maior jogador da história, só inferior a Pelé. O Real Madrid o considera o maior jogador da história do clube. Ele, aliás, era o presidente de honra do Real Madrid. Porém, independentemente de sua colocação, Di Stéfano pertence a uma seletíssima relação que inclui o já citado Pelé, Maradona, Beckenbauer, Cruyff, Garrincha, Platini, Zidane, Messi, Eusébio, Cristiano Ronaldo, isto é, a dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. O futebol perdeu um de seus maiores nomes. Cabe à Fifa, nos jogos pelas semifinais da Copa, render-lhe às devidas homenagens.
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