segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Desempenho pífio
No seu último jogo em 2011, a Seleção Brasileira venceu hoje o Egito, em Doha, no Catar, por 2 x 0. Foi mais um dos amistosos inexpressivos que não trazem qualquer proveito na preparação para a Copa do Mundo de 2014. Como já havia ocorrido contra o Gabão, na quinta-feira, a equipe que o técnico Mano Menezes escalou para o jogo está longe de representar o que tem de melhor o futebol brasileiro. Ainda que se entenda que Mano Menezes esteja em uma fase de prospecção de jogadores para formar o seu conjunto ideal, a convocação de nomes como Fernandinho e William, por exemplo, não se justifica. Os dois últimos amistosos da Seleção Brasileira só serviram para a CBF obter boas cotas e aumentar o cartel de vitórias com o atual técnico, que andava muito esquálido. Faltando dois anos e oito meses para o início da Copa de 2014, a Seleção não tem o esboço de uma base de equipe, não consegue se impor diante de adversários mais categorizados, mostra um futebol sem qualidade nem vibração, e não mobiliza o torcedor brasileiro. A sensação que se tem é a de que Mano Menezes, em um ano e três meses no cargo, pouco contribuiu para que se possa ter uma Seleção forte em 2014, à altura da responsabilidade da equipe que vai representar o país que sediará a competição. Foi um ano em que a Seleção não empolgou em momento algum, e chegou a ser motivo de vergonha para o seu torcedor ao ser eliminada prematuramente da Copa América, contra o Paraguai, desperdiçando quatro cobranças de tiros livres da marca do pênalti, de forma consecutiva. Até agora, vive-se um anticlímax, no Brasil, em relação à Copa de 2014. Em vez de uma população entusiasmada e em contagem regressiva para a competição, confiante em sua Seleção, o que temos são reclamações quanto aos preparativos para a Copa, gasto excessivo de dinheiro público, deficiências de infraestrutura, estádios que virarão "elefantes brancos" depois da disputa, entre outros itens. Tomara que, em 2012, pelo menos o desempenho da Seleção, que tem sido pífio sob o comando de Mano Menezes, possa ter uma melhora substancial, capaz de dar confiança ao torcedor para fazer da Copa de 2014 uma grande festa e não uma enorme frustração.
domingo, 13 de novembro de 2011
Cumprindo tabela
Com a derrota por 1 x 0 para o Cruzeiro, hoje à noite, em Sete Lagoas (MG), o Inter passa a ostentar uma condição que seu maior rival, o Grêmio, já exibia há algumas rodadas, isto é, a de simples "turista" no Campeonato Brasileiro. A matemática ainda apresenta possibilidades, mas só alguém dominado pelo fanatismo pode imaginar que o Inter seja capaz de obter a classificação para a Taça Libertadores da América, último objetivo que lhe restava após ficar alijado da possibilidade de ser campeão. Grêmio e Inter repetiram nesse domingo, contra Palmeiras e Cruzeiro, respectivamente, as mesmas falhas e defeitos costumeiros, colhendo novamente, por consequência, maus resultados. O Grêmio, mais uma vez, foi um time mal escalado por seu técnico, Celso Roth. Começar um jogo em casa, contra um time fraco e em crise, com três volantes de contenção, é um disparate. A preterição de Saimon, um zagueiro jovem e em grande fase, pelo improvisado Gilberto Silva, veterano que perde todas as disputas contra os adversários, é outro absurdo. Incompreensível, também, é a manutenção como titular de Rafael Marques, de desempenhos comprometedores ao longo do ano e que já teve definida a sua saída do clube no final de 2011. Com tantos desatinos cometidos por seu técnico, o Grêmio por pouco não perdeu para um Palmeiras fraquíssimo, que vinha de oito jogos sem vitória. A lesão de Escudero, que resultou na entrada de Brandão, e a saída de Adílson, de péssima atuação, no intervalo, deram ao time uma maior ofensividade, mas, ainda, assim, o Grêmio não conseguiu mais do que um empate em 2 x 2, depois de estar perdendo por 2 x 0, com um golaço de Fernando no último minuto do tempo regulamentar. Mais uma atuação ruim e um resultado frustrante para o torcedor. Se o Grêmio repetiu seus problemas habituais, a fragilidade defensiva e o pouco poder ofensivo, o Inter também não se mostrou diferente, apresentando limitações já conhecidas. Mais uma vez, o Inter criou muitas oportunidades de gol, mas não conseguiu concretizá-las. Gilberto, que acabou sendo substituído, jogou isolado no ataque. Tinga chegou algumas vezes em condições de marcar gols, mas não o fez, comprovando que não sabe concluir. O jogador diferenciado do time, D'Alessandro, foi mais uma vez sacado durante a partida, o que não traz benefício algum para quem está buscando reverter um resultado negativo. Em sua entrevista após o jogo, o técnico do Inter, Dorival Júnior, demonstrou, até, ter algumas concepções equivocadas, como a de que Oscar seria um atacante e não um jogador de meio de campo. Assim, vitimados pelos erros e conceitos equivocados de seus técnicos muito bem remunerados, entre outros fatores, Grêmio e Inter fazem uma campanha medíocre no Brasileirão. O Inter, agora, é o 10º colocado, e o Grêmio permanece em 11º lugar. Muito pouco para folhas de pagamento tão altas como são as dos dois clubes. Restando quatro jogos para cada um até o final da competição, a dupla Gre-Nal não aspira mais nada no Campeonato Brasileiro. Só lhe resta cumprir tabela. Para Grêmio e Inter, o ano, na prática, já acabou. Resta começar a trabalhar, o quanto antes, para que 2012 possa ser bem melhor, em termos de resultados, para ambos.
sábado, 12 de novembro de 2011
Indefinição
A derrota do Fluminense por 2 x 1 para o América Mineiro, hoje à tarde, no Engenhão, deixou o Campeonato Brasileiro, em sua reta final, ainda mais indefinido. Com os resultados da rodada anterior, o Fluminense tinha tudo para se encaminhar para o título. Afinal, tem o maior número de vitórias na competição, o que é o primeiro critério de desempate, e iria enfrentar o lanterna do Brasileirão. Porém, assim como o Corinthians, o Fluminense também se deixou surpreender pelo América Mineiro, tornando a disputa ainda mais acirrada. Não resta dúvida de que o campeonato, com tantos resultados inesperados e com a proximidade de vários clubes na tabela, está emocionante. Por outro lado, esse equlíbrio de forças, infelizmente, resulta de um nivelamento por baixo, ou seja, da extrema paridade dos times, que se igualam nas poucas virtudes e nos muitos defeitos. A falta de grandes times, capazes de se sobrepor aos demais, permite até campanhas surpreendentes como a do Figueirense, que já está na zona de classsificação da Libertadores. Após a rodada desse fim de semana, restarão apenas quatro para o final da competição. Mesmo assim, é impossível fazer qualquer prognóstico. Os jogos que parecem mais fáceis são justamente aqueles em que o resultado contraria totalmente as expectativas. Até a zona de rebaixamento, que parecia definida, está agora embolada. Apenas o Avaí pode ser apontado como um virtual rebaixado, os outros ainda estão na luta. O futebol apresentado pelos times participantes do Brasileirão está longe de ser um primor, mas emoção é o que não vai faltar nessa reta final da competição. O título está em aberto e, pelo que tem acontecido até aqui, o campeão não deverá ser o time que brilhar mais, mas, sim, o que errar menos.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Postura inadequada
As recentes declarações do Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, mais um integrante do governo envolvido em denúncias de corrupção e ameaçado de perder o cargo, talvez expliquem, ao menos em parte, o porquê de tamanho descalabro no primeiro escalão do poder federal. Depois de dizer que só sairia do ministério abatido à bala, Lupi, dois dias depois, pediu desculpas à presidente Dilma Roussef por sua agressividade e disse que a ama. Ora, tanto uma como outra declaração são absolutamente inadequadas para quem ocupa um cargo tão importante. Entre os tantos requisitos para que alguém ocupe um cargo relevante deve estar, por certo, o de saber manter uma postura condizente com sua posição. A maneira pouco protocolar de se expressar do ministro Lupi faz pensar que uma das razões para tantos acusações de malfeitos envolvendo ministros é a de que os escolhidos para tais cargos não possuem o nível moral e comportamental que funções dessa envergadura naturalmente exigem. A maneira como se expressou o ministro nas duas ocasiões faz com que nos sintamos constrangidos, ao constatarmos que se trata de uma autoridade do governo. O sistema de preenchimento de cargos nas diversas esferas de governo, hoje em dia, está submetido, apenas, às injunções políticas, sem levar em conta a qualificação pessoal dos indicados. O resultado está aos olhos de todos.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Empatia
Um ano e três dias depois do inesquecível show de Paul McCartney, Porto Alegre recebeu novamente a visita de um beatle. Dessa vez foi Ringo Starr quem se apresentou na capital do Rio Grande do Sul. O show de Ringo não tem a monumentalidade que caracteriza o de Paul. Não há telões imensos, nem sofisticados efeitos especiais. Enquanto Paul, que já tinha em seu currículo ter sido o artista que mais público levou ao Maracanã, lotou o Beira-Rio e o Morumbi em 2010, Ringo apresentou-se no Gigantinho, um ginásio com capacidade para 15 mil pessoas, e que não ficou inteiramente ocupado. Não importa. O show de Ringo teve o essencial. Ringo esbanjou carisma, criou uma grande empatia com o público, mostrou-se inteiramente à vontade no palco. Em incrível forma para quem completou 71 anos em julho, Ringo enfrenta o desafio de uma turnê pelo prazer que sente em subir ao palco. Percebe-se que, para ele, antes de tudo, um show é um momento gratificante, de alguém que está fazendo o que gosta, junto com seus amigos. Ringo já inscreveu seu nome na história, já ganhou muito dinheiro. Se ainda vai para a estrada, não é para cumprir com uma obrigação profissional. Ringo não precisa mais disso. Faz shows porque isso lhe traz imensa satisfação. As pessoas que foram ao Gigantinho, por certo, gostaram do que viram e ouviram. Ringo cantou sucessos dos Beatles e da carreira solo. Músicas como "I Wanna Be Your Man", "Yellow Submarine" e "With a Little Help from My Friends" foram cantadas em coro pelo público. O show também contou com músicas interpretadas por membros da All Starr Band, grupo que acompanha Ringo em sua apresentação, composto por grandes músicos, entre eles o lendário Edgar Winter. O show de Ringo não é uma superprodução, mas o público não tem do que se queixar. Durante duas horas, ele é brindado pela apresentação de um ídolo acompanhado por um grupo de músicos virtuosíssimos. Sem dúvida, um show para se guardar na memória.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Planejando 2012
Com o Grêmio não tendo mais o que fazer no Campeonato Brasileiro, e o Inter agarrando-se em chances meramente matemáticas de se classificar para a Libertadores, os dois clubes tratam de preparar a montagem dos seus times para 2012. As principais novidades deverão ser no ataque. O Grêmio está acertando a contratação de Kléber, o Inter irá trazer Dagoberto. Dois grandes atacantes, que acrescentarão muita qualidade aos dois times. O Grêmio ainda pretende trazer Vágner Love, para ser o companheiro de Kléber no setor ofensivo, o que seria, sem dúvida, outra contratação de alto nível. De quebra, na negociação de Kléber, André Lima iria para o Palmeiras, o que é, também, uma boa notícia. Grêmio e Inter também buscam jogadores para outras posições. O Grêmio, que já contratou o zagueiro Douglas Grolli, do Chapecoense, fala em outros jogadores para a posição, como Botinelli, do San Lorenzo, e Émerson do Coritiba. Ainda que se saiba que Rodolfo e Ed Carlos não devam ficar, a vinda de tantos zagueiros poderia significar que Saimon não será fixado como titular, o que caracterizaria um erro imperdoável. No Inter, pode acontecer algo parecido. O clube pretende contratar o zagueiro Manoel, do Atlético Paranaense, um antigo sonho seu. Contratação válida, já que o Inter deverá se desfazer de Bolívar e Índio está próximo da aposentadoria. Manoel só não pode é barrar Rodrigo Moledo que, a cada jogo, vem se afirmando no time. A vinda de reforços de nível, mesmo num ano em que não irão participar da Libertadores, mostra que Grêmio e Inter estão pensando grande, o que deveriam fazer permanentemente, e que reconhecem que não foram bem em 2011. O Grêmio já está em dívida com sua torcida há dez anos, período em que não conquistou nenhum grande título. O Inter, em momento algum de 2011 justificou sua folha de pagamento de quase R$ 7 milhões. Tomara que, depois de um ano tão frustrante para a dupla Gre-Nal, 2012 seja bem diferente.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Portuguesa campeã
Ao empatar em 2 x 2 com o Sport Recife, hoje à noite, no Canindé, a Portuguesa conquistou, por antecipação, o título de campeã brasileira da Segunda Divisão. Esse título, que nos últimos anos foi ganho por clubes da expressão de Palmeiras, Grêmio, Atlético Mineiro, Corinthians e Vasco, por certo, terá grande significado para a Portuguesa. O último título ganho pelo clube havia sido o Campeonato Paulista de 1973, dividido com o Santos. A Portuguesa, ao longo de seus 91 anos de história teve poucas conquistas, e, até por isso, não se tornou um clube de grande torcida, mas montou muitos times bons e teve jogadores de expressão. Jogaram pela Portuguesa nomes como Brandãozinho, Pinga, Djalma Santos, Ivair, Félix, Zé Maria, Leivinha, Marinho Peres, Éneas, Dener, Zé Roberto, Rodrigo Fabri, entre outros. Em 1996, a Portuguesa quase foi campeã brasileira da Primeira Divisão, mas sofreu um gol no final do jogo, sendo derrotada, no Olímpico, por 2 x 0, pelo Grêmio, que ficou com o título. Ainda que seja um título da Segunda Divisão, a conquista da Portuguesa não deve ser desdenhada. A Portuguesa, agora, voltará ao convívio com os grandes clubes do país, na Primeira Divisão, na condição de campeã da competição que disputou, o que eleva o conceito da instituição. Resta, apenas, destacar o brilhante trabalho do técnico Jorginho e parabenizar a Portuguesa pela bela conquista.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Intervencionismo
A revista "Veja", maior expoente da direita na imprensa brasileira, é de um americanofilismo exacerbado. Toma os Estados Unidos como um modelo a ser seguido em todos os níveis e considera natural o papel de xerife do mundo exercido por aquele país. Todos os que contestam tais posições são logo identificados pela publicação como representantes do "antiamericanismo", algo que a revista vê como inaceitável. Nas páginas amarelas, seção nobre da revista, o entrevistado da semana é, na maioria das vezes, um americano. Na edição que chegou às bancas no final de semana, não foi diferente. O entrevistado é, mais uma vez, um americano, o diplomata Roger Noriega. Entre outras afirmações típicas da paranóia terrorista que tomou conta dos Estados Unidos desde o 11 de setembro de 2001, Noriega diz que a América Latina virou base do terror islãmico, e que o Brasil não pode ignorar o terrorismo porque o risco para o país é real e iminente. Afirma que na Venezuela grupos terroristas tem permissão oficial para se adestrar e planejar ataques contra os Estados Unidos. O diplomata declara, também, que o presidente da Bolívia, Evo Morales, hospeda uma academia de treinamento de milicianos patrocinada pelos iranianos. No entender de Noriega, agentes iranianos patrocinam mesquitas islâmicas nas Américas com a finalidade explícita de radicalizar a comunidade muçulmana local. Bem, diante de tudo isso, o que propõe o senhor Noriega? O diplomata entende que os Estados Unidos tem negligenciado a América Latina, e que precisam prestar mais atenção na região, estabelecendo relações econômicas fortes e saudáveis para estimular o crescimento, a prosperidade e a estabilidade entre o que chama de "nossos vizinhos". Mais adiante, Noriega diz que, na América Latina, os serviços de inteligência locais são ineficientes e a região tem baixa capacidade de aplicação das leis. Diante disso, argumenta, os Estados Unidos precisam empenhar-se mais na cooperação com seus vizinhos e, desse modo, "fortalecê-los". Ora, o que está por trás de todo esse discurso é o velho intervencionismo americano. Com base na tal "ameaça terrorista" que estaria se abatendo sobre a América Latina, Noriega deseja é justificar uma intervenção americana na região. Convém que estejamos atentos para esse fato. Os países da América Latina não podem ter sua soberania desrespeitada em nome da obsessão dos Estados Unidos com o terrorismo. Essa é uma questão essencialmente americana, não uma causa a ser abraçada por outros países. Chega de intervencionismo. Os Estados Unidos não podem continuar a ser a polícia do mundo. O tempo dos países da América Latina serem tratados como "repúblicas das bananas" já passou.
domingo, 6 de novembro de 2011
Repetições
Grêmio e Inter tem sido tediosamente repetitivos ao longo do Campeonato Brasileiro. Repetem-se em seus defeitos, limitações, argumentos e, principalmente, resultados. O Grêmio, no sábado, perdeu por 2 x 0 para o Atlético Mineiro, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Como costuma acontecer na maioria dos jogos fora de casa, o time foi frouxo, ineficiente na defesa, lento na transição do meio de campo para o ataque e sem nenhum poder ofensivo. Os únicos a terem uma atuação razoável foram Júlio César e Douglas. Rafael Marques voltou a jogar mal. Adílson apresentou o pouco futebol que o caracteriza. Fábio Rochemback e André Lima foram péssimos. Escudero perdeu um gol feito. Celso Roth fez, pelo menos, uma substituição absurda, a troca de Marquinhos por Gabriel que, quando colocado no meio de campo, invariavelmente, joga muito mal. Os depoimentos no vestiário, após o jogo, também não trouxeram novidades. O gerente de futebol remunerado Paulo Pelaipe repete que o Grêmio precisa de reforços, mas demonstra insegurança em suas declarações, dando a ideia de que não sabe exatamente o que fazer para que 2012 seja melhor que 2011. O técnico Celso Roth, mais uma vez, disse que faltou qualidade e exaltou sua campanha no Brasileirão, rechaçando qualquer crítica à qualidade do seu trabalho. Assim segue o Grêmio, sem presente e com um futuro nebuloso. O Inter, a exemplo do Grêmio, repetiu-se. Novamente, não fez valer a condição de jogar em casa, e perdeu por 2 x 1 para o Fluminense. Desperdiçou, como em outras tantas vezes, a chance de ingressar na zona de classificação para a Libertadores, e, o que é pior, com a maioria dos resultados paralelos lhe sendo favorável. Depois de ter subido, na semana anterior, para o 6º lugar, voltou para o 7º, o qual já frequentou por 15 rodadas. Cotado, antes do início da competição, como um dos principais favoritos, o Inter não conseguiu, com exceção de uma única rodada, ir além de posições intermediárias. Com folhas de pagamento altas, mas um futebol da altura de um rodapé, Grêmio e Inter se encaminham para um 2012 sem Libertadores. Uma perspectiva frustrante, mas que é a justa consequência de dois times que não encontraram o bom futebol em 2011.
A tecnologia também falha
A tecnologia nos traz muitas facilidades, mas também está sujeita a falhas. Por falta de conexão com a internet, não me foi possível fazer postagem no sábado.
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