quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Boa fase

O Grêmio venceu o Coritiba por 1 x 0, hoje à noite, no Couto Pereira, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. A exemplo do que ocorrera domingo contra o Joinville, pelo Campeonato Brasileiro, o Grêmio jogou mal no primeiro tempo e foi dominado pelo adversário. No segundo tempo, também da mesma forma que no jogo anterior, o time melhorou de produção, tomou conta da partida, e acabou vencendo. Esses fatos caracterizam uma boa fase, em que os bons resultados são alcançados mesmo quando as atuações ficam abaixo do esperado. Em comum aos dois jogos, também, está a troca, no intervalo, de Pedro Rocha por Fernandinho. Pedro Rocha vive uma má fase, e Fernandinho tem entrado e sido um fator de desequilíbrio em favor do Grêmio, o que permite projetar a sua titularidade para breve. Com a vitória de hoje o Grêmio praticamente garantiu a classificação para as quartas de final, pois o segundo jogo contra o Coritiba será na Arena, e até mesmo um empate o levará adiante na competição. Com boa campanha em duas competições paralelas, o Grêmio tem grandes chances de acabar com o seu jejum de grandes títulos, que já dura longos e exasperantes 14 anos.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

A era das celebridades

Vivemos num tempo em que a busca da fama se tornou uma obsessão. Todos parecem querer se tornar uma "celebridade", da noite para o dia, ainda que essa condição seja obtida, apenas, pela maciça exposição de seu nome e imagem na "mídia", independentemente do fato de ter feito algo meritório para tanto. Não é à toa que, décadas atrás, o artista pop Andy Warhol já previa que um dia todos teriam os seus 15 minutos de fama. Na "era das celebridades", ser famoso é o que importa. Um exemplo bem característico disso ocorre com a ex-modelo gaúcha Andressa Urach. Circulando e trabalhando nos circuitos da moda e da mídia, Andressa não era, ainda, uma pessoa famosa, na acepção da palavra, embora estivesse disposta a pagar qualquer preço para atingir esse status. Ela tornou-se, efetivamente, conhecida em todo o Brasil, quando ficou entre a vida e a morte após aplicações de hidrogel em seu corpo. Adepta de cirurgias plásticas e intervenções estéticas de todo o tipo com o intuito de se tornar cada vez mais atraente, Andressa Urach quase pagou com a própria vida por tais excessos. Passado o dramático episódio, Andressa tornou-se notícia novamente por ter se convertido e se tornado evangélica, renegando a vida libertina que tivera até então. A partir de sua conversão, Andressa estaria fazendo um mea-culpa em relação ao passado, renegando sua busca pela fama a qualquer preço e a vida sexualmente promíscua, passando a manter-se casta, e usando roupas mais comportadas. Até aí, nada demais, casos semelhantes já ocorreram e se poderia, somente, questionar a sinceridade de tal mudança. Porém, Andressa não parou por aí, A ex-modelo está lançando uma biografia explosiva, onde revela, entre outros fatos, que perdeu sua virgindade com um meio-irmão, que já foi prostituta, que transou com jogadores da Seleção Brasileira e galãs de tevê, que inventou um romance lésbico "fake" para manter-se em evidência na mídia e, até mesmo, que sentia prazer em ter suas partes íntimas lambidas por um cachorro. Com um livro de tal conteúdo, Andressa não parece convencer em estar renegando a sua busca da celebrização a qualquer preço. Pelo contrário. Com tantas revelações escandalosas, Andressa está abraçando a ideia de que falem do seu nome, ainda que seja de modo negativo. Andressa pode ter mudado, ou não, o seu comportamento, a partir de sua alegada adesão à religião, mas sua aspiração de fama a qualquer custo, pelo visto, não se modificou.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Protestos

Enfim, ontem tivemos o dia de protestos, marcado com grande antecedência e amplamente divulgado, com o intuito de pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. As manifestações ocorreram em todas as capitais do país, e em vários outros municípios. O barulho feito em torno de tais atos nas redes sociais, somado ao fato de as pesquisas apontarem uma baixíssima popularidade de Dilma Rousseff, levavam a crer que teríamos milhões de pessoas saindo às ruas, estabelecendo, de modo inequívoco, o desejo do povo brasileiro de destituí-la do cargo. Não foi o que se viu. Os mesmos veículos de comunicação que não escondem sua simpatia pelo impeachment foram obrigados a reconhecer que o número de pessoas presente ontem nas ruas foi muito abaixo do projetado. Esse foi o terceiro protesto com igual finalidade realizado nos últimos cinco meses. A repetição, em tão curto espaço de tempo, em vez de reforçar seu conteúdo, contribuiu para banalizá-lo. Não há dúvida de que o governo enfrenta problemas, e que muitas pessoas estão insatisfeitas, mas daí para um clamor majoritário das ruas solicitando a sua deposição vai uma distância muito grande. A avaliação é de que o número de participantes dos protestos de ontem foi um pouco maior do que em relação aos de abril, mas bem menor do que os de março. Não há nada de surpreendente nisso. As manifestações de março foram as primeiras, e atraíram pela novidade. Os atos de abril, por estarem, ainda, muito próximos dos realizados no mês anterior, ficaram um tanto esvaziados. Agora, transcorridos mais quatro meses, o interesse despertado foi um pouco maior. Um novo protesto foi marcado para o dia 7 de setembro, mas é improvável, pelo já exposto, que obtenha uma adesão maciça. Em resumo, as manifestações pró-impeachment representam a vontade de grupos bem identificados e da imprensa conservadora, e não traduzem o sentimento majoritário do povo brasileiro. O melhor a fazer seria tais grupos e seus apoiadores na imprensa acatarem o resultado legítimo das urnas, e esperarem a próxima eleição para terem, ou não, as suas aspirações atendidas. Democracia se faz respeitando as regras do jogo, não insuflando golpes.

domingo, 16 de agosto de 2015

Bom indício

O Grêmio venceu o Joinville por 2 x 1, de virada, hoje, na Arena, pelo Campeonato Brasileiro. A atuação do Grêmio não foi boa, e a vitória ocorreu com sofrimento, o que é um bom indício, pois quando um time vence mesmo sem jogar bem as chances de obter êxito numa competição aumentam muito. Vindo de duas vitórias espetaculares, contra Inter e Atlético Mineiro, o Grêmio foi surpreendido por um gol do Joinville logo no início do jogo. O time se mostrou perdido no primeiro tempo, sendo envolvido pelo adversário, que teve mais duas chances claras de gol. Na volta do intervalo, com a saída de Pedro Rocha para a entrada de Fernandinho, o Grêmio reagiu na partida. Ainda assim, a vitória custou a acontecer. O empate só veio aos 15 minutos, e o gol da virada aos 39. Mesmo num dia em que o time não jogou bem no aspecto coletivo, apareceram alguns destaques individuais. Os principais foram Galhardo, que teve sua regularidade premiada com o gol da vitória, numa belíssima cobrança de falta, e Fernandinho, que deu um novo ímpeto ofensivo ao Grêmio. O destaque negativo foi, mais uma vez, Pedro Rocha. Pelo terceiro jogo consecutivo, ele esteve tecnicamente mal. A tendência é que a troca feita hoje, durante o jogo, aconteça, também, na escalação, com Fernandinho se tornando titular. Seja como for, o Grêmio ganhou, o que era indispensável para que se mantivesse firme no G4. A classificação para a Libertadores e, até mesmo, a disputa do título são possibilidades cada vez mais concretas para o Grêmio.

sábado, 15 de agosto de 2015

O drama do Vasco

Um dos grandes clubes brasileiros, com a quarta maior torcida do país, o Vasco se encaminha para mais um rebaixamento no Campeonato Brasileiro, que seria o terceiro num espaço de apenas sete anos. O drama do Vasco se ampliou com a derrota por 1 x 0 para o Coritiba, hoje no Maracanã. Foi o segundo jogo consecutivo do Vasco como mandante contra um intewgrante da zona de rebaixamento, e neles o clube conseguiu apenas um ponto. Por mais que não se queira acreditar na queda do Vasco, a matemática insiste em demonstrar o contrário. Para que se salvasse de uma nova ida para a Segunda Divisão, o Vasco teria de, a partir de agora, fazer uma campanha de recuperação extraordinária, o que é altamente improvável. Para um clube que está retornando à Primeira Divisão em 2015, uma nova queda seria desastrosa. Grande como é, o Vasco não pode virar um clube "iôiô" , alternando subidas e quedas. O título de campeão estadual, ganho este ano depois de 13 de jejum, pode ter iludido o Vasco sobre suas possibilidades numa competição de nível mais elevado. Com a realidade amarga dos maus resultados, vieram a troca de técnico e a contratação de novos reforços que vão se acumulando a cada semana. Hoje, como não poderia deixar de ser diante de tantos resultados negativos acumulados, o técnico Celso Roth, o segundo do clube no Brasileirão, foi demitido. A tarefa para o próximo técnico, seja ele quem for, será hercúlea. Não será fácil salvar o Vasco. Porém, mesmo com tanta tendência de que o pior aconteça, vale torcer para que o clube consiga a façanha de evitar uma nova queda, pois ela não interessa a ninguém. Cada vez que um clube grande cai, o campeonato perde em brilho, pois em seu lugar entrará um de menor expressão. Rivalidades locais à parte, não é bom que o Vasco caia. Caso isso aconteça novamente, o clube mergulharia numa crise sem precedentes. O Fluminense, em 2009, conseguiu salvar-se com uma campanha impecável na reta final. Tomara que o Vasco encontre forças para fazer o mesmo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O desafio de Argel

Conforme vinha sendo especulado, Argel Fucks é o novo técnico do Inter. Os entraves para o acerto entre as partes foram superados, e Argel conseguiu fazer prevalecer sua vontade, assinando contrato até o final de 2016. Argel é uma aposta, e não um nome famoso como pretendia, inicialmente, o presidente do Inter, Vitório Píffero. Embora já trabalhe como técnico há um tempo considerável, o Inter é o seu primeiro clube grande. Será, portanto, uma prova de fogo para Argel, que terá de mostrar se tem condições de dar vôos mais altos em sua carreira. Seu estilo é o do técnico motivador, sanguíneo, como o Inter dizia desejar. Assim, será um contraste com o modo de ser do ex-técnico do Inter, Diego Aguirre, bem mais contido nas suas reações. Seja como for, o futebol exige muito mais do que palavras de ordem e recursos motivacionais. Será necessário que Argel demonstre qualidades no aspecto tático. O novo técnico do Inter terá de provar, também, ser capaz de treinar um grupo com jogadores famosos e caros, algo que, até hoje, não enfrentou em sua carreira. O desafio de Argel, como se vê, não é pequeno, mas, por isso mesmo, é muito estimulante para quem pretende subir na carreira. A chance foi dada, só resta Argel saber aproveitá-la.

Afirmação

A vitória do Grêmio por 2 x 0 sobre o Atlético Mineiro, ontem, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro, é a afirmação de um time, um atestado de maioridade. Depois da goleada histórica de 5 x 0 no Gre-Nal, havia dúvidas, por parte de alguns, sobre se havia sido um feito isolado ou se o time era verdadeiramente capaz de manter uma campanha entre os primeiros da tabela. Agora, com uma vitória consistente sobre o clube que liderava o Brasileirão até a rodada anterior, e considerado pela maioria o favorito da competição, o Grêmio se credencia não só para obter uma classificação para a Libertadores, mas, até mesmo, para o título. O Grêmio soube conduzir a partida, marcou seus dois gols em belos contra-ataques muito bem construídos, e mostrou que está com um time encaixado. Mais uma vez, a grande atuação coletiva favoreceu o aparecimento de destaques individuais. Como no Gre-Nal, todos jogaram bem, mas o melhor de todos foi Giuliano. Ele foi o autor dos passes certeiros para os gols. O ceticismo que cercava o Grêmio quanto às suas possibilidades na disputa vai se dissipando. Como o Grêmio terá, agora, uma sequência de jogos contra adversários pequenos e médios, a possibilidade de atingir a liderança deixou de ser uma miragem, e tornou-se palpável. O jogo de ontem deixou claro que o Grêmio já pode se considerar um candidato ao título.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Vitória providencial

O Inter venceu o Fluminense por 1 x 0, hoje à noite, no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro. Foi uma vitória providencial. Após a goleada histórica de 5 x 0 sofrida para o Grêmio, e da enorme crise que se instalou no clube, uma nova derrota teria efeitos desastrosos. O jogo foi de baixíssimo nível técnico, e o Inter não fez por merecer a vitória, mas, em termos práticos, ter ganho a partida é o que importa. O 0 x 0 seria o resultado mais justo pelo que produziram os dois times, e o gol só saiu próximo ao final da partida, de maneira fortuita, com uma bola que iria para fora, chutada por Vitinho, batendo no rosto do goleiro Diego Cavalieri e tomando o caminho das redes. Colaborou para a vitória do Inter, também, o descritério da arbitragem, que expulsou Marcos Júnior, do Fluminense, por uma falta cometida, e, num lance muito mais violento de Alex, do Inter, minutos depois, não tomou a mesma medida. Seja como for, o Inter venceu, o que ajuda a acalmar o ambiente. Agora, resta a expectativa para saber quem será o seu novo técnico, o que deverá ser definido, provavelmente, amanhã.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Argumentos golpistas

Obcecada com a ideia de retirar o PT do poder, o que tenta há anos sem sucesso, a revista "Veja" traz, em sua mais recente edição, uma entrevista com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014. Tanto as perguntas formuladas pela revista quanto as respostas do senador deixam clara a defesa da ideia do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os argumentos golpistas são disfarçados por uma pretensa defesa da lei e da Constituição. Aécio chega ao ponto de afirmar que golpe é tentar impedir o desfecho do impeachment no âmbito da Constituição. Conversa fiada. Os argumentos de Aécio e de "Veja" são golpistas, inegavelmente. Travestida de seriedade, a entrevista mais parece um fuxico de comadres que desejam derrubar o governo a qualquer custo. Chega-se ao ponto de ser sugerida a adoção do parlamentarismo como uma "saída para a crise", quando a intenção, apenas, é transformar a presidente Dilma numa rainha da Inglaterra, retirando-lhe os poderes. Num dos trechos da entrevista, Aécio declara que o caminho mais curto para diminuir a corrupção é tirar o PT do governo. Na sua última resposta, o senador é mais claro, ainda, sobre suas intenções, e afirma que quem tem condições de tirar o país da crise é o PSDB. Acrescentou que acredita que, em breve, o partido será chamado a assumir sua responsabilidade de tirar o Brasil "desse poço sem fundo em que o PT nos enfiou". "Estamos preparados para isso", concluiu. Pelo visto, Aécio sofre de amnésia, pois esquece que a corrupção é uma prática comum ao seu partido. Afinal, o primeiro "mensalão", até hoje não julgado, foi do PSDB. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, também do PSDB, como Aécio, comprou parlamentares para obter a aprovação da reeleição para cargos executivos, medida tomada em benefício próprio. Aécio e "Veja" são lobos em pele de cordeiro, fingindo-se de paladinos da ética e da democracia para fomentarem um golpe. Como tantas outras tentativas torpes, praticadas pela revista, de inviabilizar governos legitimamente eleitos, essa também irá fracassar.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Metendo os pés pelas mãos

Poucas vezes se viu alguém tão desastrado em suas ações quanto o presidente do Inter, Vitório Píffero. Escudado em feitos do passado, Píffero retornou ao cargo, que já exercera em dois mandatos sucessivos de 2010 a 2013. Nesse período, obteve o segundo título de Libertadores do clube, em 2010. Anteriormente, como vice-presidente de futebol na administração de Fernando Carvalho, foi campeão da América e do Mundial de Clubes em 2006. Essas conquistas criaram no próprio Piffero, e em muitos torcedores, a ideia de um superdirigente, capaz de obter grandes glórias sempre que estivesse no poder. Após Giovanni Luigi, seu sucessor, também ter cumprido dois mandatos consecutivos, Piffero voltou à presidência do Inter com uma consagradora vitória nas urnas, derrotando o candidato da situação, Marcelo Medeiros. Afinal, Luigi só conquistara campeonatos gaúchos, e os torcedores sonhavam com feitos maiores, que Píffero, por suas conquistas anteriores, estaria apto a obter.. A memória das pessoas, nestas horas, costuma ser seletiva, e os que votaram em Píffero certamente esqueceram que ele era o presidente do clube quando, em 2010, o Inter viveu o maior vexame da sua história, sendo derrotado por 2 x 0 pelo Mazembe, do Congo, nas semifinais do Mundial de Clubes. Píffero tem algumas características pouco desejáveis num dirigente, pois é boquirroto e arrogante. Afora isso, sua ideia de como administrar o Inter é fruto de uma visão mitômana, calcada na contratação de técnicos e jogadores de grande fama, o que implica no pagamento de altos salários. Esses traços de personalidade parecem ter se exacerbado e, nessa sua volta ao poder, Píffero vem metendo os pés pelas mãos. Contratou um técnico que não desejava, trouxe jogadores caros, cujo retrospecto recente era ruim, e que acabaram dando lugar a jovens que já pertenciam ao clube. Após a eliminação na Libertadores, competição que elegera como prioritária, decidiu-se pela demissão do técnico Diego Aguirre, de quem jamais gostou, mas fez isso faltando apenas três dias para um Gre-Nal, na casa do adversário. A goleada histórica de 5 x 0 para o Grêmio mostra o tamanho da insensatez de Píffero. Ainda assim, o presidente do Inter não se emenda. Recusa-se, em princípio, a contratar um técnico emergente, ou apenas provisório, até o fim do ano. Píffero quer um técnico famoso. Sua "ficha um", segundo sua própria expressão, Muricy Ramalho, já disse que não voltará ao trabalho em 2015. Mano Menezes, outro nome de impacto, já afirmou que não trabalhará com Píffero, pois ele já havia dito anteriormente que o técnico não lhe agradava. Diante da escassez de outros grandes nomes no mercado brasileiro, Píffero volta-se, agora, para a tentativa de contratar o argentino Jorge Sampaoli, técnico campeão da Copa América pelo Chile. A delicada situação financeira do clube e as perspectivas pouco alentadoras nas competições que ainda restam ao Inter em 2015, recomendariam a contratação de um técnico mais afeito a contornar crises do que um "figurão" de salário alto. Porém, Píffero desconhece o que seja bom senso. O vexatório 5 x 0 de ontem tem tudo para não ser um fato isolado. Com mais um ano e meio de mandato pela frente, Píffero ainda tem muito tempo pela frente para cometer novas trapalhadas, e colher os resultados correspondentes.