domingo, 28 de junho de 2015
Vitória tranquilizadora
O Inter venceu o Santos por 1 x 0, hoje, no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro. Não foi uma grande atuação do Inter, e o gol, em cobrança de falta de Valdívia, não foi intencional, como o próprio jogador confessou. Porém, nada disso importa. A vitória foi tranquilizadora, pois os maus resultados no Brasileirão já vinham causando inquietação na torcida, temerosa de uma "perda de embalo" nas proximidades dos jogos pelas semifinais da Libertadores. O resultado fez o Inter diminuir para seis pontos a sua diferença em relação ao primeiro colocado, o Sport, que, por sinal, será o seu próximo adversário, quarta-feira, na Ilha do Retiro. No entanto, nem tudo foram boas notícias. Alisson, goleiro titular do Inter, de grandes atuações, até aqui, em 2015, sofreu uma lesão muscular e dificilmente estará em condições de jogar a primeira partida contra o Tigres, pelas semifinais da Libertadores, no dia 15 de julho, no Beira-Rio. Seja como for, a vitória de hoje proporcionou uma pausa na inquietação que os resultados insatisfatórios vinham causando. Resta saber até quando essa tranquilidade irá durar.
sábado, 27 de junho de 2015
Fracasso
A Seleção Brasileira empatou com o Paraguai em 1 x 1, e foi derrotada nos tiros livres da marca do pênalti, em Concepción, pelas quartas de final da Copa América, e, com isso, está eliminada da competição. Um novo fracasso, um ano após as goleadas para a Alemanha e a Holanda, na Copa do Mundo, que torna mais fundo ainda o poço em que está mergulhado o futebol brasileiro. Porém, ninguém pode se dizer surpreso com a situação. Uma Seleção que conta com um único craque, Neymar, que estava ausente por ter sido excluído da disputa, e com um técnico totalmente inepto, não poderia ter melhor sorte. A volta de Dunga ao cargo de técnico da Seleção é um desses absurdos que nunca encontrarão explicação. Sua primeira passagem pela função já foi um exotismo. Na oportunidade, Dunga jamais havia treinado em qualquer clube ou seleção. Ganhou competições menores como a Copa América e a Copa das Confederações. Porém, fracassou no que verdadeiramente interessava, ou seja, a Copa do Mundo. Demitido, ficou dois anos sem trabalhar, até ser contratado pelo Inter. Ganhou o Campeonato Gaúcho, o que não constitui nenhum mérito, pois o Inter dá as cartas e joga de mão na competição, beneficiado que é, escandalosamente, por fatores extracampo. No Campeonato Brasileiro, no entanto, foi muito mal, sendo demitido antes do final da competição, Voltou para o limbo, de onde foi inexplicavelmente resgatado para retornar à Seleção, que recém havia passado pelo maior vexame de sua história. Afora sua clara incapacidade para exercer o cargo que ocupa, Dunga é intelectualmente limitado, de um nível cultural baixíssimo, é rancoroso e acredita ser vítima de uma campanha persecutória. Uma figura patética, beirando o ridículo. Com um técnico tão incapaz, e a ausência de grandes jogadores, a Seleção não poderia esperar melhor sorte. O pior é que o fundo do poço, por pior que seja o quadro atual, ainda não foi atingido. Para que isso aconteça, a Seleção teria de, pela primeira vez na história, não se classificar para uma Copa do Mundo. Essa hipótese, antes quase delirante, começa a se esboçar de forma cada vez mais ameaçadora.
Objetivo alcançado
O Grêmio venceu o Avaí por 2 x 1, hoje à tarde, na Ressacada, pelo Campeonato Brasileiro. Com isso, o objetivo de obter a primeira vitória fora de casa no Brasileirão foi alcançado. Aliás, esse parecia ser um jogo a caráter para isso, o que acabou se confirmando. Afinal, o Avaí, embora viesse fazendo uma campanha razoável, é um time inferior ao Grêmio, e só havia tido uma vitória como mandante. O gol de Pedro Rocha logo aos 37 segundos, o mais rápido da competição até agora, facilitou o encaminhamento do resultado. Com o gol de Luan aos nove minutos, até mesmo uma goleada parecia se desenhar, e ela poderia ter acontecido, ainda no primeiro tempo, pois o Grêmio perdeu outras chances claras de gol. Porém, no segundo tempo, o Avaí voltou disposto a uma reação, e passou a pressionar o Grêmio intensamente, prensando-o contra o seu campo. Os efeitos disso logo se fizeram sentir e, aos nove minutos, Lucas Ramón cometeu um pênalti. Anderson Lopes cobrou e chutou na trave, mas o árbitro mandou voltar o lance. A cobrança foi, novamente, de Anderson Lopes que, dessa vez, converteu. Como consequência, o Grêmio continuou a sofrer uma pressão constante do Avaí, e só não cedeu o empate pela pouca qualidade do adversário. A saída de Maicon, por lesão, ainda no primeiro tempo, dando lugar a Fellipe Bastos, e as más substituições do técnico Róger Machado, no segundo, fizeram o nível de rendimento do Grêmio cair, e por pouco a vitória não escapou. Agora, o Grêmio já está em terceiro lugar na tabela, na zona de classificação para a Libertadores. Ainda é cedo para qualquer entusiasmo, mas a campanha é, inegavelmente, boa, e o contraste com o período de Felipão como técnico fica cada vez mais nítido. Depois de muito tempo, a torcida do Grêmio está tendo motivos para ficar de bem com a vida.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Expectativa frustrada
Entre todos os jogos pelas quartas de final da Copa América o que parecia mais promissor quanto a um bom futebol era Argentina x Colômbia. Afinal, Messi e James Rodriguez estariam em campo, secundados por nomes como Di Maria e Cuadrado. No entanto, isso não se confirmou. Foi uma expectativa frustrada. O jogo, realizado hoje no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, terminou empatado em 0 x 0, no tempo normal e na prorrogação. Nos tiros livres da marca do pênalti, a Argentina venceu por 5 x 4. Messi esteve apagado, como costuma acontecer quando joga pela Argentina, em contraste com suas grandes atuações no Barcelona. James Rodriguez, da mesma forma, também não jogou bem. Não faltaram lances ríspidos e reclamações junto à arbitragem, mostrando que, no aspecto emocional, a partida teve um clima intenso. Porém, houve pouco futebol. A Argentina, agora, espera para saber quem será o seu adversário nas semifinais, Seleção Brasileira ou Paraguai. Tudo indica que teremos, mais uma edição do maior clássico das Américas, Brasil x Argentina. Caso isso se confirme, levando-se em conta os jogadores de ambos os lados, a Argentina será a favorita.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Confirmação
O Peru venceu a Bolívia por 3 x 1, hoje, em Temuco, pelas quartas de final da Copa América. A vitória do Peru foi, apenas, a confirmação de uma expectativa, já que a Bolívia, como ocorre costumeiramente, tem uma equipe muito fraca. O jogo foi tranquilo para o Peru, que já vencia por 2 x 0 antes dos 25 minutos do primeiro tempo. O grande nome do jogo foi o centroavante Guerrero, do Peru, que marcou todos os gols de sua equipe. Não bastasse sua capacidade comprovada como goleador, Guerrero ainda foi beneficiado por falhas defensivas gritantes da Bolívia. Nem mesmo o gol de Marcelo Moreno, em cobrança de pênalti, ensejou qualquer chance de reação para a Bolívia. Tendo feito dois gols cedo, o Peru administrou o jogo. Agora, o Peru, na segunda-feira, pelas semifinais, irá jogar contra o anfitrião da competição, o Chile. O Peru estará na condição de "zebra" absoluta. O favoritismo do Chile é amplo. Mesmo contando com um atacante tão eficiente como Guerrero, dificilmente o Peru poderá impedir a classificação do Chile para a decisão.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
No caminho do título
O Chile venceu o Uruguai por 1 x 0, hoje à noite, no Estádio Nacional, em Santiago, pelas quartas de final da Copa América, e segue no caminho do título. Até hoje, o Chile não venceu a competição. O máximo que conseguiu foram quatro vice-campeonatos. Porém, os chilenos acreditam que nunca estiveram tão perto de alcançar essa conquista. Não só por sediarem a disputa, o que já havia ocorrido outras vezes, mas por entenderem que a atual seleção é a melhor do país em todos os tempos. Até aqui, a campanha do Chile tem sido amplamente satisfatória, mesmo que tenha empatado como o México em 3 x 3, na segunda rodada da primeira fase. Afora esse jogo, foram três vitórias, uma delas de goleada, por 5 x 0, sobre a Bolívia. O adversário do Chile nas semifinais sairá do jogo Peru x Bolívia, o que é quase a garantia de que o anfitrião da Copa América se classificará para a decisão. Se tudo ocorrer dentro da lógica, o outro participante da decisão deverá ser Argentina ou Seleção Brasileira, que jogarão contra Colômbia e Paraguai, respectivamente, nas quartas de final. Seja qual for das duas seleções contra a qual tenha de decidir a competição, o Chile estará diante de uma tarefa bem mais árdua do que as que encarou até aqui. No entanto, é inegável que, para os chilenos, o sonho de obter essa conquista inédita nunca esteve tão próximo de se tornar realidade.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Desonestidade escancarada
A revelação de uma gravação, por escuta autorizada, de uma conversa entre o ex-presidente da Associação de Futebol da Argentina (AFA), Júlio Grondona, e Abel Gnecco, representante argentino na comissão de arbitragem da Conmebol, é a confirmação do quanto o futebol, o mais apaixonante dos esportes, está tomado pela sujeira, em todos os níveis. Desonestidade escancarada, sem disfarces. Grondona, falecido em 2014, e Gnecco, que participa da comissão de arbitragem da Copa América que está sendo jogada no Chile, dialogavam a respeito da atuação do paraguaio Carlos Amarilla no jogo em que o Boca Juniors eliminou o Corinthians nas oitavas de final da Libertadores de 2013. Fica claro na conversa que a arbitragem fora "encomendada". Na partida, Amarilla anulou dois gols legítimos do Corinthians e deixou de marcar um pênalti claro em favor do clube brasileiro, o que resultou na sua eliminação da competição, de cujo título, por sinal, era o detentor. Na mesma gravação, Grondona gabava-se de ter conseguido arranjar, também, a arbitragem de um jogo entre Independiente e Santos, em 1964, que resultou na eliminação do clube brasileiro da Libertadores. Há muitos outros casos semelhantes na Libertadores, lamentavelmente, ainda que sem uma gravação que evidencie a manipulação de resultados. Dois deles, ocorridos em Porto Alegre, são notórios. Em 2002, pelas semifinais da Libertadores, jogaram, no Olímpico, Grêmio e Olímpia. A decisão de quem se classificaria para a decisão foi feita nos tiros livres da marca do pênalti. Numa das cobranças, o goleiro do Grêmio, Eduardo Martini, fez uma grande defesa. O árbitro, no entanto, sem que tivesse havido nenhuma irregularidade no lance, mandou voltar a cobrança, que, então, foi convertida, eliminando o Grêmio da competição. O detalhe da situação é que o Olímpia, naquele ano, completava o seu centenário, e o presidente da Conmebol, Nicolas Leóz, paraguaio como o clube, se empenhou para que ele fosse campeão, o que acabou acontecendo. Em 2006, no Beira-Rio, ocorreu um dos exemplos mais escandalosos de resultado manipulado na Libertadores. Pelas oitavas de final da competição, jogaram Inter e Nacional, do Uruguai. O Nacional teve dois gols legítimos anulados. Caso os gols fossem consignados, e o Nacional vencesse por 2 x 0, ele teria eliminado o Inter da Libertadores. Com o esbulho praticado contra o clube uruguaio, o Inter foi adiante na competição, e acabou campeão. Nos dois casos citados, ficou por demais evidente que se tratavam de arbitragens "encomendadas". Só faltou uma gravação que confirmasse o que todos perceberam. O futebol, lastimavelmente, não é uma ilha. Assim como na sociedade, a corrupção espalha nele os seus tentáculos. Fatos como os aqui relatados, comprometem a credibilidade do futebol. Dentro e fora de campo, o esporte preferido da maioria precisa de uma faxina ética.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
A regulação da mídia
Basta que se avente a hipótese de uma nova regulamentação da comunicação social no Brasil para que a chamada "grande imprensa" entre em alvoroço. Imediatamente, os maiores veículos de comunicação do país passam a exibir argumentos contra o que afirmam ser uma "ameaça à liberdade de expressão". A necessidade de uma nova regulação da mídia é flagrante no Brasil. A legislação que rege a comunicação social no país foi estabelecida em 1962, portanto, há 53 anos. De lá para cá, foram notáveis os avanços no campo da comunicação. Chama a atenção que os mesmos que clamam por mudanças no Código Penal Brasileiro, por ele ter sido elaborado nos anos 40, queiram cristalizar a legislação no setor comunicacional. Na verdade, a comunicação, no Brasil, nada tem de social. Ela reflete, somente, os interesses estratégicos e a visão de mundo das famílias proprietárias dos veículos. Como bem destacou o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, em plena era da TV Digital, a comunicação no Brasil está nas mãos de apenas nove famílias. O atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já disse que enquanto ele estiver no cargo nenhuma proposta de regulação da mídia irá sequer à votação. Em se tratando de tão ignóbil e desprezível figura, dá para se imaginar que tipo de interesses há em jogo nessa questão. Cunha é um defensor de tudo o que há de pior e mais atrasado no Brasil. Um aliado incansável das elites predatórias, homofóbico, adepto de um discurso moralista medieval e do obscurantismo religioso. A comunicação, no Brasil, não atende aos interesses da população, pois não lhe serve de canal de expressão. Oferece um prato feito, para ser despejado goela abaixo do público. Por que, por exemplo, as rádios não comerciais são tachadas de "piratas" e proibidas de operarem? Por que as tevês educativas não podem atrair anúncios comerciais, só o chamado "apoio cultural"? A justificativa brandida pelos grandes meios de comunicação é de que tais práticas constituiriam uma "concorrência desleal" com o setor privado, e, também, a de que a democracia estaria em risco com uma comunicação estatal forte, ou seja, é o velho e surrado fantasma da ameaça de "esquerdização" do país. O que os defensores do status quo comunicacional não explicam é como em países capitalistas ocidentais como a Inglaterra e a Itália, por exemplo, foi possível a convivência harmônica de gigantes estatais da comunicação como a BBC e a RAI com os veículos do setor privado. O que ocorre é que a mídia, no Brasil, sempre atendeu aos interesses dos proprietários dos veículos, em detrimento dos da sociedade. Certa vez, o empresário Sílvio Santos declarou que, para ele, televisão era um negócio como outro qualquer. Aí é que está o problema. Comunicação, seja TV, rádio, jornal, ou internet, jamais poderá ser "um negócio como outro qualquer". A natureza e extensão das mudanças é algo a ser amplamente discutido, até para que não se crie um monstrengo, mas o Brasil precisa de uma nova regulação de mídia "para ontem". Como está, defasada e anacrônica, é que não pode ficar.
domingo, 21 de junho de 2015
Os 45 anos de uma conquista inesquecível
Na data de hoje completam-se 45 anos de uma conquista inesquecível da Seleção Brasileira, a do terceiro título da Copa do Mundo, que deu ao futebol brasileiro, em definitivo, a posse da Taça Jules Rimet. Atualmente, com uma Seleção tecnicamente fraca, a evocação da Copa do Mundo de 1970 torna-se uma saudade ainda mais doída. Os que não viram aquela Seleção jogar, não sabem o que perderam. Muitos consideram que foi a melhor seleção da história, dentre todos os países. Particularmente, muito da minha paixão pelo futebol talvez advenha do fato de, com apenas oito anos, quando recém começava a entender melhor e me embrenhar no universo desse esporte, ter assistido, extasiado, pela tevê, aquela equipe magnífica. Numa mesma escalação, juntos, craques históricos como Pelé, o maior de todos os tempos, Tostão, Rivelino, Gérson, Jairzinho, Carlos Alberto. Como coadjuvantes de luxo, Brito, Piazza, Everaldo e Clodoaldo. Félix, o goleiro, era apenas mediano, mas não comprometia. Na reserva, jogadores do nível de Paulo César Caju, Marco Antônio e Edu. Nunca, em tempo algum, tantos talentos estiveram reunidos num mesmo grupo. Em seis jogos, a Seleção marcou 19 gols, uma média superior a três por jogo. Jairzinho fez gols em todas as partidas, num total de sete. Na decisão, para não deixar dúvidas, uma goleada de 4 x 1 sobre a Itália. Foi a última das quatro Copas do Mundo de Pelé pela Seleção. Uma Copa extraordinária, que teve a Itália de Albertosi e Fachetti, a Alemanha de Beckenbauer e Gerd Müller, o Uruguai, de Mazurckiewicz e Ancheta, o melhor Peru de todos os tempos, treinado pelo brasileiro Didi, com Cubillas, Chumpitaz, Mifflin, Sotil e Oblitas. Um título que se deve, sempre, reverenciar, com suas imagens sendo revistas pelos que o testemunharam, e apresentadas ás novas gerações para que elas possam tomar conhecimento do melhor futebol que o Brasil já produziu.
Primeiro lugar
A vitória por 2 x 1 sobre a Venezuela, hoje, no Monumental, em Santiago, classificou a Seleção Brasileira em primeiro lugar no seu grupo na fase inicial da Copa América. Agora, a Seleção vai jogar contra o Paraguai, no próximo sábado, pelas quartas de final. Como se vê, mesmo sem Neymar, seu único craque, a Seleção foi capaz de vencer e seguir adiante na competição. Os dois gols brasileiros foram bonitos. O primeiro, um chute de primeira de Thiago Silva no meio da grande área. O segundo, numa bela jogada de William pela esquerda concluída por um chute certeiro de Roberto Firmino. A atuação da Seleção, no entanto, mais uma vez deixou a desejar. A Venezuela descontou, e por pouco não empatou. Assim, aos trancos e barrancos, a Seleção segue adiante na disputa, mas deixando nos torcedores uma grande inquietação quanto ao seu futuro. Não há grandes jogadores para convocar e, com isso, não se pode formar uma equipe que seja mais do que mediana. Neymar é diferenciado, mas não pode carregar uma equipe sozinho. Na Seleção Brasileira Sub-20, vice-campeã mundial da categoria, há bons jogadores, mas nenhum craque. Resta torcer para que o futebol brasileiro, sempre tão fértil em revelações, possa, em breve, ver surgir uma nova geração de grandes jogadores. Se isso não acontecer, as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, serão extremamente difíceis. Dessa forma, até a hipótese, em outros tempos impensável, de a Seleção, pela primeira vez, não se classificar para a maior competição do futebol mundial, terá de ser considerada.
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