sábado, 7 de setembro de 2013
Vitória dramática
O Grêmio venceu a Portuguesa por 3 x 2, hoje, na Arena, pelo Campeonato Brasileiro. Depois de um primeiro tempo fraco, que terminou empatado em 0 x 0, o Grêmio abriu uma vantagem de dois gols e deu a impressão de que poderia até golear, mas acabou cometendo graves falhas defensivas, que redundaram no empate. O jogo, a partir daí, tornou-se dramático para o Grêmio, e só foi decidido a seu favor com um gol que resultou de um pênalti duvidoso. Mesmo com a Portuguesa tendo dois jogadores expulsos na confusão que se seguiu à marcação do pênalti, o Grêmio continuou se deixando pressionar, e o alívio só veio com o apito final do árbitro. O técnico do Grêmio, Renato, destacou que a campanha do time nos últimos sete jogos pelo Brasileirão, com seis vitórias e uma derrota, é digna do Barcelona. Porém, se a campanha é boa, o futebol do Grêmio continua devendo. O time chuta pouco a gol, e não apresenta grande volume de jogo. A próxima partida, contra o Náutico, na Arena Pernambuco, não deverá apresentar maiores obstáculos para que a vitória seja alcançada. No entanto, para enfrentamentos de maior nível, o desempenho que o Grêmio está tendo poderá ser insuficiente.
Sem dificuldades
O Inter ganhou por 3 x 1, de virada, da Ponte Preta, hoje, no Moisés Lucarelli, pelo Campeonato Brasileiro. Mesmo tendo saído atrás no placar, o Inter não teve dificuldades para vencer. A Ponte Preta mostrou o porquê de ser a vice-lanterna do Brasileirão. Apenas quatro minutos depois de abrir o placar, sofreu o gol de empate. A vitória do Inter, a partir daí, aconteceu ao natural, diante de um time que afunda cada vez mais no rumo do rebaixamento, e está com seu ambiente muito convulsionado. Dessa vez, ao contrário do que aconteceu contra o Náutico, o Inter não se deixou surpreender por um adversário pouco qualiificado. Cumpriu com a sua obrigação, e venceu. Agora terá jogos na terça, quinta e domingo, num grande desafio à capacidade física do time. Os jogos, contudo, são bastante propícios para que o Inter acumule mais pontos. Serão contra Santos e Vitória da Bahia, em casa, e o Criciúma, no Heriberto Hülse. Ótimas oportunidades para o Inter subir na tabela.
Goleada
A Seleção Brasileira Brasileira goleou a Austrália por 6 x 0, hoje à tarde, no Mané Garrincha, em jogo amistoso. Foi uma partida das mais fáceis, diante de um adversário modesto, como o próprio placar demonstra. Ainda assim, a Seleção teve seus méritos. No tempo de Mano Menezes como técnico da equipe, por várias vezes, a Seleção teve desempenho fracos mesmos diante de adversários de pouca expressão. No jogo de hoje, a Seleção esteve focada e aplicada, chegando de forma natural ao resultado elástico. Alguns jogadores, por certo, reforçaram seu prestígio junto ao técnico Felipão. São os casos de Jô e Luiz Augusto. Jô marcou os dois primeiros gols e deu um lançamento precioso para Neymar fazer o terceiro. Luiz Augusto, afora seu futebol eficiente como volante, encerrou o placar marcando um golaço. O próximo amistoso será contra Portugal, terça-feia, em Boston. Será um jogo de maior exigência, mas Portugal não irá contar com seu maior astro, Cristiano Ronaldo, que está lesionado. A tendência é mais uma vitória da Seleção Brasileira. Ao contrário do período de Mano Menezes, quando teve vários tropeços, a Seleção começa a acumular vitórias, o que sempre aumenta a confiança da equipe. Na Seleção, felizmente, os tempos são outros.
Degradação
As drogas são um flagelo social, isso não é novidade para ninguém. A dependência gerada por elas leva indivíduos e famílias a deterioração física e moral. Porém, mesmo que já se tenha tomado conhecimento de histórias escabrosas sobre o assunto, é impossível não ficar estupefato ao saber que, num dos bairros mais pobres e "barra pesada" de Porto Alegre, o Bom Jesus, após uma denúncia anônima, Anderson Machado Fonseca, de 25 anos, foi preso em flagrante ao tentar vender seu filho, um bebê de 11 meses, por R$ 10, para adquirir drogas. Como pode alguém chegar a tal nível de degradação? A simples ideia de vender um filho, por qualquer razão, já é absolutamente nauseante. Fazê-lo por um motivo tão torpe, cobrando uma quantia irrisória, é uma demonstração de que não há limites para a queda do ser humano quando mergulha no abismo moral. Como é possível uma pessoa decair tanto a ponto de, em nome da satisfação de um vício, tentar desfazer-se de um ser que dele descende? Para quem, como eu, acumula muitos anos de vida, as baixezas humanas já não causam tanto espanto, por ter testemunhado ou sabido de várias, mas um fato como este é, simplesmente, aterrador. Uma sociedade em que existam pessoas capazes de um ato tão vil, é reflexo da falência de um modelo civilizatório. Na proposta capitalista, adotada no mundo ocidental, há o estímulo ao individualismo exacerbado, à busca do sucesso pessoal. Em contrapartida, afrouxam-se os laços familiares e sociais, perde-se a noção de solidariedade. Incentiva-se o consumismo, a satisfação de aspirações. Isso gera um quadro social dividido entre vencedores e perdedores. Estes últimos se tornam excluídos, marginalizados, engrossando os bolsões de miséria dos grandes centros urbanos. Não se pode ter nenhum tipo de indulgência para com um homem que tenta vender um filho por R$ 10 para comprar drogas, só se pode defini-lo como um monstro. Igualmente severo deve ser o julgamento de uma sociedade capaz de abrigar em seu interior alguém assim, pois é uma demonstração clara de que nela já se perdeu a noção do que seja dignidade. A apologia ao consumismo e ao individualismo leva à coisificação do ser humano. Não nos coloquemos, portanto, na cômoda posição de quem, diante do fato aqui enfocado, apenas o recrimine e dirija uma série de impropérios ao pai desnaturado. Um ser tão degradado só pode surgir numa sociedade que perdeu a noção de valores e o sentido coletivo. Se não começarmos uma faxina nos nossos conceitos civilizatórios, monstruosidades como esta se tornarão cada vez mais frequentes, e acabaremos vitimados por uma escória decorrente de uma humanidade que caminha sem rumo.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Proposições equivocadas
Muito se fala da necessidade de proceder uma reforma política no Brasil. Concordo que há muito o que se corrigir em se tratando do sistema político do país, mas temo que uma reforma possa agravar ainda mais esse quadro. Minha apreensão se robusteceu ao saber que, hoje, o grupo da Câmara dos Deputados que trata do assunto aprovou o fim da reeleição para cargos executivos e a coincidência das eleições em todos os níveis. Para se transformarem em lei, tais proposições precisarão ser aprovadas nos plenários da Câmara e do Senado. Espero que isso não aconteça. O chamado instituto da reeleição foi introduzido no Brasil de uma maneira torta. O então presidente Fernando Henrique Cardoso, agindo em interesse próprio para obter um segundo mandato consecutivo, comprou o apoio de 200 parlamentares e instituiu a reeleição para cargos executivos no país. Porém, ainda que tenha entrado na vida política brasileira de uma maneira tão pouco nobre, e sem o devido debate com a sociedade, a reeleição não é algo ruim. Pelo contrário. Ela dá a chance de quem faz um bom trabalho ser reconduzido, democraticamente, para o exercício de mais um mandato. Se, por outro lado, o desempenho do governante não for bom, o próprio eleitor trata de mandá-lo para casa. A ideia que está sendo aventada é de, acabando-se com a reeleição, ampliar o mandato dos cargos executivos de quatro para cinco anos. Outro erro. Muito mais correto é manter as regras atuais. Assim, se após quatro anos o governante não fizer uma boa administração, ele deixará o cargo. Com a nova proposta, ele ganharia um ano adicional para o seu mau governo. Os que são favoráveis ao fim da reeleição, por certo, argumentarão que ele impede o continuísmo, e que quem está no poder sai em vantagem numa nova disputa eleitoral por usar a máquina do governo em seu favor. Alegações frágeis. Dois mandatos sucessivos não caracterizam continuísmo. Isso é próprio das ditaduras, que não tem prazo para acabar. O uso da máquina por quem exerce o poder acontece em todas as funções executivas de qualquer atividade, e, de resto, mesmo que o governante não pudesse concorrer a reeleição seria feito em favor do candidato do partido situacionista. Afora tudo isso, o Brasil não pode ficar mudando as regras eleitorais a toda a hora. A reeleição foi instituída no país há menos de 20 anos, e é muito cedo para que se busque retornar ao antigo sistema, em cuja vigência o país enfrentou inúmeras turbulências e crises. A outra proposição equivocada aprovada hoje é a coincidência das eleições em todos os níveis. Isso faria com que só tivéssemos eleições a cada quatro anos, votando para todos os cargos, de vereador a presidente. A ideia é duplamente ruim. Primeiro porque tornará extremamente penosa a tarefa do eleitor de, numa só vez, escolher os ocupantes de tantos cargos. Em segundo lugar porque irá gerar um espaço demasiado longo entre cada eleição. O pensamento de que eleições de dois em dois anos, como ocorre atualmente, possam trazer algum tipo de incômodo ou inconveniente para o país só pode ter lugar nas mentes dos etenos inimigos da democracia. O Brasil lutou muito para poder ter de volta o direito de eleger, nas urnas, os seus governantes, que lhe fora surrupiado por uma ditadura espúria e assassina. Eleição não é problema, é solução. Sou contra ambas as propostas. Se as demais que forem sendo apresentadas tiverem o mesmo nível, é preferível não fazer reforma política alguma. Nada é tão ruim que não possa ficar pior.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Uma vitória muito aguardada
O Inter ganhou do Corinthians por 1 x 0, hoje á noite, no Estádio do Vale, pelo Campeonato Brasileiro. Era uma vitória muito aguardada. O Inter vinha de sete jogos sem vencer, uma derrota e seis empates. Curiosamente, com o resultado de hoje, o Inter passa a ser o clube que menos perdeu no Brasileirão, tendo apenas duas derrotas. O fato de ter ganho do Corinthians, um dos candidatos ao título, e que vinha de uma goleada sobre o Flamengo, dão um significado ainda maior para a vitória alcançada, afastando o princípio de crise que já se fazia sentir, e injetando ânimo para os jogos futuros. Não foi uma grande partida, pois Inter e Corinthians mostraram muita disposição e entrega, mas jogaram pouco futebol. O Corinthians sentiu muito as ausências de Guerrero e Alexandre Pato, que deixaram seu ataque com pouco poder de fogo. No Inter, o ataque também não se destacou. Scocco, que teve a chance de começar jogando, foi muito discreto, e Leandro Damião fez outra má atuação. No meio de campo, Otavinho, outro que ganhou a chance de iniciar uma partida, não repetiu o brilho de suas atuações quando entrava em meio aos jogos. D'Alessandro fez o gol da vitória, numa cobrança de falta, mas não chegou a ter um grande desempenho. Num jogo de grande rivalidade e com muita luta, o Inter voltou a vencer, e pode começar uma ascensão na tabela. Seu próximo jogo será no Moisés Lucarelli, contra a Ponte Preta, que está na zona de rebaixamento. Depois de uma forte turbulência, o Inter pode estar se encaminhando para dias mais calmos.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Atuação pífia
O Grêmio perdeu por 2 x 0 para o Goiás, hoje, no Serra Dourada, pelo Campeonato Brasileiro. Ainda que se saiba que o Grêmio, que vinha de cinco vitórias consecutivas, não iria ganhar eternamente, o resultado foi muito frustrante, por várias razões. Embora o Goiás seja um time bem ajustado, e que está há muito tempo invicto nos jogos em casa, trata-se de um adversário capaz de ser naturalmente batido por um time como o Grêmio. A derrota iniciou-se com uma falha grotesca e imperdoável do goleiro Dida, que, com sua enorme experiência e quase 40 anos de idade, jamais poderia ser tão irresponsável. Em vez de dar um chutão para a lateral, ao receber uma bola atrasada de Mateus Biteco, Dida tentou encobriu Wálter para devolvê-la ao volante. Habilidoso como é, o jogador do Goiás aproveitou-se do erro de Dida e marcou o gol. Uma falha infantil de Dida. O segundo gol ocorreu imediatamente após o tècnico do Grêmio, Renato, retirar o zagueiro Gabriel para colocar o meia Máxi Rodriguez. Novamente, houve uma falha, dessa vez de Bressan, e mais um gol de Wálter. Como Gabriel só entrou no time porque Rhodolfo estava suspenso, e Bressan é titular, entende-se o critério que Renato utilizou ao ter de escolher um zagueiro para sair do time. Ocorre que o erro reside justamente aí. Não há como justificar a continuidade da condição de titular de Bressan, que tem falhado em todos os jogos. Para sorte do Grêmio, seus erros grotescos não vinham redundando em gols dos adversários. Cedo ou tarde, contudo, isso iria acontecer, e foi contra o Goiás. A culpa, nesse caso, não deve ser debitada ao jogador, mas a quem continua a escalá-lo mesmo com tantas falhas em sequência. Bressan está para o Grêmio como Ronaldo Alves para o Inter. Depois de muitas atuações desastrosas de Ronaldo Alves, o técnico do Inter, Dunga, finalmente, retirou-o do time. Até quando Renato pretende manter Bressan como titular, desafiando a sensatez? Toda e qualquer derrota causa abalos e afeta o ânimo de jogadores e torcedores. Mais do que para o Goiás, o Grêmio, hoje, perdeu para si mesmo. Foi apático e inoperante. Ao longo de todo o jogo, só criou uma chance clara de gol. Para piorar, dependendo dos demais resultados da rodada, o Grêmio poderá sair da zona de classificação para a Libertadores. Uma derrota, como se vê, que poderá ter sérias consequências, e que aconteceu muito mais por incompetência do Grêmio que por méritos do Goiás. Foi uma atuação pífia, que entristece a torcida e faz pairar a dúvida sobre a real capacidade do time de poder alcançar o título das competições que está disputando. Uma autêntica ducha de água fria.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
A triste realidade do basquete brasileiro
O futebol é, há muito tempo, o esporte preferido da maioria dos brasileiros. Porém, não é o único esporte coletivo em que o país se destaca. O vôlei é, hoje, o segundo esporte na preferência dos brasileiros, e não para de obter novas conquistas internacionais. Porém, nem sempre foi assim. Houve uma época em que o basquete ocupou o segundo lugar no coração dos brasileiros. O maior momento do basquete no país foi quando a Seleção Brasileira masculina conquistou o bicampeonato mundial em 1959/1963. O Brasil continuou, depois daqueles títulos históricos, a revelar grandes jogadores, formar seleções fortes e manter sua condição de esporte número dois do país. Um outro grande momento foi vivido em 1987, com a conquista do título do torneio de basquete dos Jogos Panamericanos, em Indianápolis, numa vitória histórica sobre os Estados Unidos. O basquete brasileiro revelou grandes valores, ao longo do tempo, como Vlamir Marques, Amaury Pasos, Rosa Branca, Ubiratan, Hélio Rubens, Marcel, Oscar. No entanto, o basquete masculino, em determinado momento, perdeu o rumo. Enquanto a Seleção feminina colhia alguns resultados razoáveis, a masculina ficou de fora das Olimpíadas durante 16 anos. Depois da participação na edição de 1996, em Atlanta, só retornou em 2012, em Londres. O Novo Basquete Brasil, o campeonato brasileiro de clubes da modalidade, é uma iniciativa bem sucedida, implantada nos últimos anos. A Seleção masculina, contudo, não consegue reencontrar seu rumo. Mesmo com a contratação de um técnico experiente e vitorioso, o argentino Ruben Magnano, o quadro continua ruim. Atualmente, a Seleção masculina é lanterna de seu grupo na Copa América de Basquete, tendo perdido todos os três jogos que realizou, até agora, na competição, contra Porto Rico, Canadá e Uruguai. Antes uma aspiração de todo e qualquer jogador, a Seleção, hoje, é tratada com desprezo. As estrelas brasileiras que atuam na NBA, Anderson Varejão, Nenê e Leandrinho, pedem dispensa da Seleção, sistematicamente. Esporte que já deu muitas alegrias para o país, o basquete está numa triste situação. A atual administração da Confederação Brasileira de Basquete, presidida pelo gaúcho Carlos Nunes, prometia, ao assumir, novos tempos para a modalidade, depois do longo período em que a instituição foi comandada por Gerasime Bozikis, o Grego. Até agora, contudo, a revolução esperada não ocorreu, e o basquete brasileiro prossegue em sua decadência. Uma realidade muito triste, para um esporte que, em outros tempos, obteve tantas glórias.
domingo, 1 de setembro de 2013
Outro empate
O Inter empatou em 1 x 1 com o Coritiba, hoje, no Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro. Foi o sexto empate consecutivo do Inter. A exemplo do que acontecera contra o Atlético Mineiro, o Inter não levou gols, mas também não os fez. Os nomes mais destacados do time, D'Alessandro e Diego Forlán, tiveram atuações pálidas, o goleador Leandro Damião não jogou bem, e Williams teve, talvez, seu pior desempenho com a camisa do Inter. Na verdade, o Inter só não foi derrotado porque a dupla de ataque do Coritiba, Bill e Geraldo, é de baixíssima qualidade. Bill chegou ao ponto de receber uma bola na marca do pênalti e bater de canela, no sentido contrário ao gol, como se fosse um zagueiro. Júlio César entrou no lugar de Bill, mas também nada acrescentou. Alex, maior destaque do Coritiba, exibiu sua conhecida técnica, mas, retornando de uma longa parada por lesão, teve uma atuação discreta e errou todas as cobranças de faltas, que são sua especialidade. A necessidade de obter uma vitória é urgente para o Inter, mas seu próximo jogo não será nada fácil. Seu adversário será o Corinthians, no Estádio do Vale. Corinthians que, hoje, goleou o Flamengo por 4 x 0, no Pacaembu. O curioso é que, mesmo com a série de resultados insatisfatórios, o discurso dos dirigentes segue carregado de confiança, e a imprensa lhe faz coro. Porém, a tabela de classificação não mente, e ela já mostra o Inter 10 pontos atrás do primeiro colocado do Brasileirão, o Cruzeiro. Entre as declarações e prognósticos cheios de otimismo, em relação às perspectivas do Inter na competição, e a realidade vista em campo, o fosso é cada vez maior.
sábado, 31 de agosto de 2013
Resultado melhor que o desempenho
O Grêmio venceu a Ponte Preta por 1 x 0, hoje, na Arena, pelo Campeonato Brasileiro. Foi a quinta vitória consecutiva do Grêmio no Brasileirão, onde já é o vice-líder. O resultado, contudo, foi melhor que a atuação. Embora tenha sido superior a Ponte Preta durante todo o jogo, o Grêmio não chegou a fazer uma grande partida. A vitória só foi obtida depois de Giovanni, da Ponte Preta, ser expulso, e numa falha incrível de Betão, que atrasou mal uma bola, ofertando-a para Kléber, que fez o gol. Porém, ainda que sirva de alerta para possíveis dificuldades em jogos futuros, a vitória, embora magra, vale o mesmo que todas as outras, e, num campeonato de pontos corridos, vencer é sempre o mais importante. O próximo jogo do Grêmio será terça-feira, contra o Goiás, no Serra Dourada. Um jogo difícil, pois o Goiás faz boa campanha, e o Grêmio, historicamente, já colheu muitos maus resultados naquele estádio. A série de vitórias, no entanto, vai solidificando, cada vez a mais, a confiança do time, que tem tudo para conseguir, nas próximas partidas, novos triunfos que o levem a alcançar a liderança da competição. Rhodolfo, suspenso, e Riveros, que afora receber o terceiro cartão amarelo já havia sido convocado para a Seleção do Paraguai, estarão ausentes do jogo de terça-feira, mas Gabriel e Zé Roberto, seus prováveis substitutos, deverão fazer com que o padrão técnico do time se mantenha. A boa fase do Grêmio prossegue, sem data para terminar.
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