domingo, 12 de fevereiro de 2012
Tranquilidade
O ano de 2012, para o Inter, tem sido marcado, até aqui, pela mais absoluta tranquilidade. O clube não teve maiores dificuldades para passar pela Pré-Libertadores. No Campeonato Gaúcho, jogando com reservas ou com o chamado time sub-23, colheu alguns maus resultados. Porém, nas duas partidas do Gauchão em que jogou com os titulares, obteve vitórias em ambas. A segunda delas foi hoje à tarde, no estádio Francisco Stédile, em Caxias do Sul, onde o Inter venceu o Caxias por 2 x 0. O Inter ganhou o jogo como quis. Foi superior o tempo inteiro. Marcou seu primeiro gol cedo, fez outro ainda no primeiro tempo e, no segundo, tratou de administrar o resultado. Jogadores como D'Alessandro e Oscar, de grande nível técnico, tem feito a diferença em favor do Inter, o que aconteceu, novamente, na partida de hoje. Dagoberto, cujo rendimento modesto vinha causando preocupações, desencantou e fez os dois gols do jogo. Leandro Damião, é verdade, ainda não recuperou o seu desempenho do ano anterior, mas isso não tem sido um problema para o Inter obter suas vitórias. Nenhuma nuvem parece turvar o horizonte do clube em 2012. Com um time qualificado, cuja base joga há muito tempo junta, o Inter se encaminha para superar amplamente o seu rendimento do ano passado. Enquanto seu maior rival, o Grêmio, enfrenta dias turbulentos, o Inter vive em total calmaria.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Goleada enganosa
O Grêmio goleou o Santa Cruz, de virada, por 4 x 1, hoje à noite, no Olímpico, pelo Campeonato Gaúcho. O resultado, no entanto, não deve servir para alimentar ilusões. O Grêmio chegou a estar perdendo o jogo por 1 x 0, diante de um adversário fraco. Seus zagueiros marcaram três dos quatro gols do time, dois de Naldo e um de Douglas Grolli, mas, na ação defensiva, que é o que lhes compete, foram, mais uma vez, muito mal. O Santa Cruz só não marcou mais gols em função de suas limitações técnicas, pois oportunidades não faltaram, já que o Grêmio lhe proporcionou diversos contra-ataques. Apenas um jogador foi, simplesmente, exuberante em campo: Fernando. O garoto vem jogando mais a cada partida e o técnico Caio Júnior tem razão ao prever que, em breve, ele deverá estar na Seleção Brasileira. Pena que, por ter levado o terceiro cartão amarelo, Fernando esteja fora do jogo do Grêmio contra o São José, no próximo sábado, no Passo da Areia. As duas vitórias em sequência, na quarta-feira e hoje, não podem levar o Grêmio ao equívoco de considerar que as coisas estão melhorando. O ambiente, é claro, fica mais distensionado com os resultados positivos, mas há muito para ser feito. O Grêmio terá, agora, uma semana para treinar até o seu próximo jogo. Como uma das reclamações de Caio Júnior é a falta de tempo para treinos, é de se esperar que esse fato proporcione ao técnico condições de dar uma maior contribuição para o time. Tomara que isso aconteça, pois o que se viu do trabalho do técnico do Grêmio, até agora, é, absolutamente, insatisfatório.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
O 13º salário dos secretários
Certos projetos conseguem a façanha de unir, num mesmo lado, situação e oposição. Esse é o caso da proposta encaminhada pelo governo do Rio Grande do Sul à Assembléia Legislativa para que seja instituído o 13º salário para os secretários estaduais. O deputado Frederico Antunes (PP), por exemplo, diz que não vê problemas em conceder aos secretários a gratificação natalina e que o "anormal" é a quantidade de ocupantes desses cargos no governo do Estado. Atualmente, a propósito, o governo do Rio Grande do Sul tem 28 secretarias. Cada secretário recebe, por mês, R$ 11.564,76. O deputado Giovani Feltes (PMDB) destacou que os secretários recebem subsídios, e não salários, portanto não teriam direito ao 13º. Feltes, contudo, disse que o projeto, provavelmente, será aprovado, pois o governo dispõe de grande maioria na Assembléia Legislativa e não há movimentação da oposição para votar contra. Não é difícil imaginar o porquê do projeto contar com tão amplo apoio. Deputados estaduais são ocupantes em potencial do cargo de secretário, em qualquer governo. Assim, mais uma vez, nossos parlamentares legislam em causa própria, visando um possível benefício futuro. Duro é tentar convencer a opinião pública de que o governo do Estado tem enormes limitações financeiras que não lhe permitem pagar o piso estabelecido para os professores, nem remunerar melhor a Brigada Militar e, ao mesmo tempo, propor mais um mimo com dinheiro público para os ocupantes de cargos políticos.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Início previsível
O primeiro jogo do Inter pela fase de grupos da Taça Libertadores da América de 2012 ficou dentro do previsto. Jogando no Beira-Rio, na noite de hoje, o Inter ganhou do Juan Aurich, do Peru, por 2 x 0. A vitória foi construída com um gol em cada tempo da partida e, quando já vencia por 1 x 0, o Inter ficou com um homem a mais em campo, pois o adversário teve um jogador expulso. O Juan Aurich pouco fez em termos ofensivos e, a partir do momento em que abriu o placar, o objetivo do Inter foi ampliá-lo, o que acabou conseguindo, já no final do jogo. Uma vitória sem sobressaltos do Inter, que só voltará a jogar pela Libertadores em março. Até lá, poderá dedicar um pouco mais de atenção ao Campeonato Gaúcho, competição na qual o seu maior rival, o Grêmio, faz uma campanha ruim. Pelo menos até agora, o ano tem sido muito bom para o Inter, com exceção das obras de reforma do Beira-Rio que continuam paralisadas. Afora isso, só boas notícias, com resultados favoráveis em campo e contratação de bons reforços. Enquanto o Grêmio se debate em aflições, no Inter a tranquilidade é uma constante. Pelo que se tem visto até aqui, na disputa Gre-Nal, 2012 não traz perspectivas de mudanças, pois, como vem acontecendo há muitos anos, o Inter está em ampla vantagem.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Vitória inconvincente
A vitória do Grêmio por 2 x 1 sobre o Ypiranga, no Colosso da Lagoa, em Erechim, na noite de hoje, pelo Campeonato Gaúcho, valeu só pelo resultado. Foi mais uma atuação horrorosa do Grêmio. Nas laterais, Gabriel e Bruno Collaço foram inexpressivos. Na zaga, Naldo foi calamitoso. Douglas Grolli, idem, ainda que tenha marcado o gol da vitória. No meio de campo, Marco Antônio e Leandro, mais uma vez, foram invisíveis. No ataque, Kléber se limitou a tentar cavar faltas e a reclamar da arbitragem. Victor e Marquinhos tiveram uma atuação razoável. Mais uma vez, apenas Fernando e Marcelo Moreno apresentaram um desempenho muito bom. O Grêmio, no aspecto coletivo, é um deserto. Não há esquema definido, a dupla de zaga é péssima, o meio de campo é incompleto. O técnico Caio Júnior, não bastasse o trabalho abaixo da crítica que vem realizando, já dá mostras de descontrole emocional. Nem mesmo as duas ou três contratações que o gerente de futebol Paulo Pelaipe promete para os próximos dias irão alterar significativamente esse quadro. O Grêmio, reitero o que já havia escrito anteriormente, errou ao contratar Caio Júnior e, quanto mais tempo levar para admitir isso e trocar o técnico, mais prejuízos sofrerá. Um clube da grandeza do Grêmio não pode ter um time que mostre tão pouco futebol como tem acontecido até aqui, nem que ganhe com tanta dificuldade de um adversário tão fraco como é o Ypiranga atualmente. Manter o técnico por mais tempo é prolongar a agonia da torcida, que a vitória de hoje à noite está longe de poder amenizar. Está na hora da diretoria do Grêmio ter a humildade de rever o caminho que foi traçado e fazer uma correção de rumo. Só o assim o Grêmio poderá fazer com que 2012 não seja mais um ano marcado por fracassos e ausência de títulos.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Uma garota de 50 anos
O ano de 2012 marca a passagem dos 50 anos da criação de uma música que se tornou um dos maiores sucessos de todos os tempos, "Garota de Ipanema". A música de Tom Jobim e Vinícius de Moraes é a segunda em arrecadação de direitos autorais, só perdendo para "Yesterday", dos Beatles, composição atribuída à dupla Lennon e McCartney, mas de autoria, apenas, de Paul. "Garota de Ipanema" não é, como se vê, uma música de sucesso somente no Brasil. Tornou-se um standard da música internacional. No disco "Francis Albert Sinatra e Antônio Carlos Jobim" o notável cantor e um dos compositores que a criaram, interpretam-na num dueto histórico. "Garota de Ipanema" tornou-se uma obra atemporal, que atravessa gerações, sendo constantemente regravada aqui e lá fora. Sua letra, exaltando a beleza da mulher brasileira, no cenário tão característico da famosa praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, serve como um símbolo da imagem que o país projeta para o mundo, de sensualidade e lindas paisagens. Por ser, como já foi dito, atemporal, essa garota não envelhece, mesmo chegando aos 50 anos. Shows já foram programados para festejar o aniversário da célebre composição. Outras formas de comemorar esse jubileu de ouro, por certo, irão ocorrer ao longo do ano. Homenagens mais do que merecidas a uma música que, exaltando encantos tipicamente brasileiros, nos fez mais conhecidos no mundo todo, ajudando a diminuir o que Nélson Rodrigues chamava de nosso "complexo de vira-latas".
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Auxílio-tablet
O desembargador Ivan Sartori, que tomou posse hoje como novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, defendeu a instituição do chamado "auxílio-tablet", isto é, uma verba extra para que os magistrados adquiram tablets, notebooks e netbooks, que, no seu entender, são recursos indispensáveis para que desempenhem a contento a sua atividade. Sartori autorizou o auxílio e justificou que nem foi uma ideia sua, mas sim de seu antecessor no cargo, a qual, apenas, levou a efeito. O valor do auxílio, em si, nem é tão significativo, R$ 2.500 a cada três anos, sob a forma de reembolso. Porém, se utilizado pelos mais de 2.500 magistrados do estado de São Paulo, implicará numa despesa de R$ 6,2 milhões. Assim, mais uma vez, o dinheiro público é usado para criar "auxílios" que permitam aos poderes da República desenvolverem melhor as suas atividades. Os parlamentares, por exemplo, contam, além do polpudo salário, com uma série de verbas e vantagens extras tais como auxílio-moradia, franquia postal, cota de combustível, passagens áereas. Até mesmo uma verba para assinatura de publicações lhes é concedida! Ora, porque um parlamentar não pode assinar jornais e revistas com dinheiro do seu próprio bolso? Na mesma linha de raciocínio, porque os magistrados tem de recorrer ao dinheiro público para adquirir computadores e assemelhados, em vez de fazê-lo com seus próprios ganhos? Porém, partindo de Sartori, a criação do "auxílio-tablet" é bem coerente, pois ele declara, nas páginas amarelas da edição dessa semana da revista "Veja", que o salário de um juiz, R$ 24 mil, não está a altura do cargo. O desembargador, para sustentar seu argumento, diz que um alto executivo de uma empresa privada ganha R$ 80 mil por mês e que o salário do presidente da Petrobrás deve ser superior a R$ 45 mil. Para quem considera R$ 24 mil um salário insuficiente, é bastante lógica a criação da verba de auxílio para aquisição de tablets e computadores. Difícil é explicar isso para quem nem sonha em ganhar tal quantia a cada mês, mas é chamado a financiar mais essa "mamata", ou seja, o pobre e indefeso contribuinte brasileiro.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Perspectivas sombrias
O Gre-Nal de hoje à noite, no Olímpico, qualquer que fosse o seu resultado, nada traria de bom para o Grêmio. Nem uma vitória, até mesmo de goleada, serviria para muita coisa. Afinal, o Grêmio jogava com o time titular, em seu estádio, contra um Inter que, com exceção do goleiro, colocou em campo os seus reservas. Porém, como nada é tão ruim que não possa piorar, o Grêmio conseguiu a "façanha" de empatar com o descaracterizado Inter, por 2 x 2, em pleno Olímpico! Não há como imaginar que o Grêmio de 2012 possa "encaixar", como se costuma dizer no jargão do futebol. Os equívocos são muitos. A escolha do técnico foi o primeiro erro. Caio Júnior não tem um bom currículo e, para quem, como foi o caso dos dirigentes do Grêmio, prometeu um time forte e um ano de retomada das grandes conquistas, a opção por seu nome soa incompreensível. A saída de Saimon do time e a manutenção de Douglas Grolli é outro fato absurdo. Grolli fez, hoje, o seu segundo gol contra nos últimos três jogos. Seu único atributo como zagueiro é ser alto. Tecnicamente, contudo, é muito fraco. A venda de Douglas, sem que houvesse um substituto já contratado, é outro desatino. A utilização de Leandro no meio de campo, sem que ele tenha característica para jogar no setor, é algo, também, inaceitável. A insistência em escalar Marco Antônio, sem que o jogador dê qualquer resposta, é outro atentado ao bom senso. O Grêmio pode continuar se enganando, se quiser, e pagará um preço alto por isso. A desculpa de que o trabalho está no início, de que a pré-temporada foi curta, e outras alegações do gênero, não convencem. Todos os grandes clubes brasileiros passaram por isso e, mesmo assim, muitos deles estão obtendo bons resultados em seus jogos. Se o Grêmio quiser salvar o ano, terá que agir energicamente e de forma rápida. Afora buscar os reforços que a própria diretoria admite que ainda são necessários, é preciso mudar o técnico. Pior do que cometer um erro é persistir nele. O Grêmio errou ao trazer Caio Júnior. Está na hora de alterar o rumo da situação. Com Vanderlei Luxemburgo livre no mercado, a solução é por demais óbvia.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A palavra do secretário
Anteriormente, já manifestei minha opinião sobre a questão que envolve o estádio que sediará os jogos da Copa do Mundo de 2014 em Porto Alegre. Até hoje não entendi o porquê da escolha do Beira-Rio, que precisava ser reformado, quando era de conhecimento da CBF que o Grêmio iria construir um estádio inteiramente novo, totalmente dentro dos padrões estabelecidos pela Fifa. O argumento de que a escolha foi feita por que um estádio já existia e o outro era apenas um projeto não se sustenta. O Brasil foi escolhido para sediar a Copa de 2014 sete anos antes da realização da competição, e um estádio não precisa mais do que dois anos para ser erguido. Tanto é verdade, que o estádio do Corinthians, que sediará os jogos da Copa em São Paulo, não existia nem como projeto quando o Brasil foi designado para abrigar o evento. Porque optar por um estádio velho, que trem de sofrer adaptações, em vez de um novinho em folha? Retorno ao assunto porque o secretário municipal da Copa de 2014, João Bosco Vaz, preocupado com o fato de que há mais de 200 dias as obras de reforma do Beira-Rio estão paralisadas, já acena com a possibilidade de o novo estádio do Grêmio, que será inaugurado em novembro, ser o local dos jogos da Copa em Porto Alegre. Vaz disse que se, até março, as obras do Beira-Rio não reiniciarem, não terá problemas em pedir à Fifa e ao Comitê Organizador Local, que os jogos sejam realizados na Arena do Grêmio. "Se tivermos que ir à Fifa pedir para tirar o Beira-Rio e botar a Arena vamos fazer isso, porque o evento é muito maior", declarou Vaz. O secretário ainda foi mais longe. "Se a Fifa dissesse para nós: "Olha aqui, anote o plano B", já tínhamos escolhido a Arena para a Copa das Confederações. Não teríamos perdido a Copa das Confederações", declarou João Bosco Vaz. Pois é, por uma escolha de estádio absurda e incompreensível, Porto Alegre já ficou sem jogos pela Copa das Confederações. Agora, se nada for feito, acabará perdendo, também, a condição de uma das cidades que sediará jogos da Copa. A influência política do Inter nos bastidores, apelando até para o fato de que o governador do Estado e a presidente da República são torcedores do clube, e a vaidade de seus dirigentes, que não querem cometer um vexame diante da opinião pública, afora outros interesses bem pragmáticos, impediram, até agora, que se adotasse a solução devida para o impasse. Essa é lógica e cristalina. Deve-se designar o novo estádio do Grêmio para os jogos da Copa de 2014 em Porto Alegre. A cidade já perdeu a Copa das Confederações e não pode sofrer um novo e irreparável prejuízo ficando de fora da Copa do Mundo. Está na hora de consertar um erro, para não ser definitivamente derrotado por ele.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Os ministros continuam caindo
Mais um ministro do governo da presidente Dilma Roussef, o 7º em pouco mais de um ano de administração, deixou o cargo. Dessa vez foi o ministro das Cidades, Mário Negromonte, do PP. O ministro pediu demissão por estar envolvido, a exemplo de cinco dos seis outros afastados, em denúncias de corrupção. O curioso é que Negromonte saiu, mas o cargo continuou com seu partido. Para o seu lugar foi escolhido o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A prova de que a mudança é apenas de nomes, e não de procedimentos, é que, assim que Ribeiro foi confirmado como ministro, surgiu a acusação de que ele destinou, como deputado federal, mais de R$ 800 mil em emendas para Campina Grande (PB), onde sua irmã é candidata a prefeita neste ano, e também enviou verbas para Pilar, município administrado por sua mãe. Como se vê, há muito mais preocupação com a "governabilidade" do que com o combate á corrupção. Isso, contudo, não traz problemas para o governo. A popularidade de Dilma é alta e não há sinais de que venha a cair nos próximos meses. A maioria dos eleitores dá pouca importãncia para os ministros. No Brasil, há o culto a figura do mandatário. Se o povo entende que o país vai bem, a popularidade do presidente sobe, independentemente de denúncias ou escândalos envolvendo membros do governo. Por natureza, o brasileiro é personalista, valoriza quem exerce o poder, não a administração como um todo. Dessa forma, Dilma pode ficar tranquila. Escãndalo algum no seu governo vai derrubar sua popularidade. O eleitor blindou a presidente em relação a fatos nebulosos ou suspeitos, assim como já havia feito com seu antecessor, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Enquanto os números da economia e da geração de empregos forem bons, os ministros podem, todos, deixarem seus cargos, que, ainda assim o governo continuará gozando de amplo apoio popular. Se a oposição quiser ter alguma chance nas eleições para presidente, em 2014, vai precisar bem mais do que forçar a queda de ministros.
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